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domingo, 24 de março de 2013

Outono aos domingos

Quando se acorda em uma cidade cinzenta como São Paulo em muma manhã de outono, a primeira coisa que me vem à cabeça é que o dia de domingo é sempre um tédio e se você não abrir sua caixa de lápis de cor rapidamente vai ficar estampada(o) na prisão de uma alguma moldura craquelada.



Saio então para minha varanda e ouço o silêncio peculiar de um dia "morto". Olho nas esquinas e vejo a pobreza de passos, calçadas solitárias e ruas orfãs. Até aí tudo bem porque numa metrópole como esta até que é reconfortante a calmaria. Mas mesmo assim, desenho no ar gestos e modelos e os contorno com meu giz de cera multicor e vou quebrando o gelo da quietude.




Os domingos aqui em casa tem sempre uma hóspede chata, de olhos sonolentos e corpo andarilho com ou sem velocidade. Ou seja ela se arrasta pela casa e eu tropeço nela o dia todo, a não ser se eu  a tranque a sete chaves e resolvo pintar o sete nas vielas e parques da cidade.





Eu só sei que outonos voam entre a boca de ventania levantando restos de clorofila e fios de néctar para o outro lado do mundo.


Eu só sei que o sol é mero convidado  entre os dias enferrujados, permeados por um verde desbotado e um quase céu, com pequenas esquadrias de azul, enquanto em algum fim de tarde alguém
 nos contempla com um guarda chuva vermelho no banco da pracinha.



Outono é aquela estação com esboço carrancudo de boca franzida com testa enrugada. Sorte que a cor de seus cabelos (ainda) exibem um avermelhado que cantarola o alvorecer de algum ipê grávido aqui, outro ali e canteiros ralinhos ainda se exibem sob a garoa fina e fria de suas tardes gris.




E se tivermos sorte podemos (ainda)  ver  um por de sol longínquo no copo do horizonte, que mistura suco de laranja com destilados numa dança ice entre uma folha morta e uma crisálida.






by Lu C.



quinta-feira, 21 de março de 2013

Novos Talentos

Bom dia a todos!

Trago até vocês hoje uma série que pretendo dar continuidade sempre que for possível garimpar novos autores literários.
Na estréia eu trouxe uma cyber amiga que mantenho contato desde 2004!

O nome dela?

ANA BAILUNE - Poeta , Contista e Cronista


Sou uma pessoa tão comum que acho que ninguém estaria interessado em saber quem sou. Mas vá lá: dou aulas de inglês em casa. Moro em uma cidade pequena. Escrevo pacas, aliás, não consigo parar de escrever, a não ser quando estou lendo. Acho o bom-humor essencial em uma pessoa, mas o humor fino, não a palhaçada. Talvez porque eu mesma seja um pouco ranzinza... e palhaça. A coisa mais difícil do mundo é falar da gente.

 Sou casada há 23 anos com a mesma pessoa, portanto, neste aspecto, considero-me uma raridade... ah, coitado do meu marido, que me atura há tanto tempo... hehehehe... mas a recíproca também é verdadeira. Bem, acho que já está bom. Como eu disse, sou uma pessoa bem comum.

(palavras da autora)




Quem me conhece sabe que minha roda de amigos na NET é recheada de poetas e escritores e pessoas ligadas à literatura e língua portuguesa. E quando eu começo a ler a obra dessas pessoas eu vou fundo e procuro extrair o melhor do estilo de cada um. Com isso (não sei se é mania), eu construo um perfil literário sobre a forma de como essa pessoa se expressa, e com Ana não foi diferente.

Ana Bailune é autora da coletânea poética " Vai ficar tudo bem"




Ela também é uma de minhas colaboradoras em meu blog de Crônicas http://vemproquiosque.blogspot.com.br

Apresento a vocês meu parecer sobre a obra literária deste novo talento da nossa literatura.





Não há cortinas na Liberdade de Expressão

A obra poética de Ana Bailune reflete sensações tanto de naturezas explícitas que voam desde ninhos de pássaros até encontros com o rosto rabiscado do cotidiano.
Suas linhas poéticas brincam com a diversidade e jorram inesgotáveis escotilhas, emolduradas em faces lúdicas que bordam todo seu modo peculiar e inesgotável de escancarar imagens nas entrelinhas.
A autora possui linguagem lírica, contextual, atual, romântica e, sobretudo contundente, expressando o todo dentro das realidades que podem ser astrais ou terrenas.
Toda poesia é movimento e todo movimento gera novidades. Ler Ana Bailune é como ter asas e poder experimentar voos em todas as direções. Ela pode ser brisa, mas também sabe traçar tempestades e nesse mérito vai desenhando seus versos que brotam naturalmente, onde a rima pede passagem e sabe que tudo será espontâneo e verdadeiro porque a autora é liberta e transforma-se em flor quando há néctar esvoaçando no jardim.
Ana aborda de maneira contagiante sua própria infância, levando o leitor às mais distantes viagens porque cada pensamento é um presente misterioso que pertence aos neurônios de cada um em particular.
Há um toque de súplica em seus versos que transparecem de modo velado em seu romantismo, talvez herdado de sua natureza/mulher que rodopiam suas saias e gesticulam brevidades, tanto na juventude de sua alma quanto na maturidade do ego.
Quem lê sua obra ouve canções e hinos ritmados singelos e com toda gratidão por saber-se viva, e poder contemplar atos gratuitos como o canto da cotovia ou a beleza breve de uma flor.
Ana revela em seu versejar a poeta nascida em partitura única que suavemente chega aos nossos ouvidos com tons de noites de sarau.
A autora é revelação dentro do campo literário, onde novos autores despontam auroras e ela nada mais é do que um desses raios vespertinos.

(By Lu Cavichioli)


Para saber mais sobre a autora

Visite seu blogs


 

 

 





quarta-feira, 20 de março de 2013

Hoje eu tô Bipolar e...

TRIFÁSICA, e nem adianta pedir calma porque não dá mais pra ter calma, nem tolerância e nem saco pra se viver aqui na República das Bananas. Sinceramente, se eu pudesse já teria VOADO pra bem longe daqui.

Ahhh e nem me venham falar que nosso país é isso, é aquilo. Que tem praias lindas, que tem fartura, que tem gente feliz e que dança no meio da rua... Que eu não quero saber.

Eu tinha prometido a mim mesma não assistir mais a telejornais, porque jornal faz tempo que não leio. Porém, de vez em quando eu deixo em algum programa de notícias. NOTÍCIAS, eu disse? Ah tá... Notícias ou desgraças?

Bom, cada vez que ouço e vejo imagens de badidagem eu fico mais e mais louca varrida (mais do que sou)... Sei lá se alguém pensa isso, porque se pensar, tô nem aí!

Hoje pela manhã escutei pela TV que uma senhora foi mantida refém enquanto um dos assaltantes pedia dinheiro ao marido. Eram quatro meliantes descarados que andavam de um lado para o outro na varanda e falavam ao celular. Ah, que bunitinhu!! Naturalmente na cabeça deles e de todo marginal nesse país passa um filme onde tem uma voz (talvez imaginária), mas bem sonora que diz:

"O crime compensa ?"! COM EFEITO!!!!!!
Que porre hein? Daí fala-se por aí em DIREITOS HUMANOS - uma OVA, uma BANANA, isso sim!



Direitos humanos pra quem? Pra bandido ou pro cidadão que paga seus impostos e é roubado todos os dias pra encher as sacolas de outrem? Ahhhh ME POUPEM, please!?

Muita gente acha que sou radical. Ah é? RADICAL É A VÓ! PAREDÃO OU PERPÉTUA OU GÁS LETAL, OU SEI  LÁ QUE PORRA QUE EXTERMINE ESSA RAÇA MALDITA DE VEZ!

Eu já fui assaltada três vezes  e pra mim já BASTA. E graças a Deus não aconteceu nada comigo nem com minha filha. Vou contar a primeira experiência pra vocês.



A primeira vez que fui assaltada eram simplesmente 11 horas da manhã. Eu estava gestante de 3 meses e tinha estacionado o meu carro em frente a casa da minha mãe. E olhem que a rua onde ela morava na época era movimentada... mas isso não tem mais importância, porque hoje a coisa é feita a qualquer momento e horário. Continuando... Quando eu acabei de fazer a baliza e já ia desligar o carro. Eu vi uma figura vindo na direção da janela do condutor e ele fazia mimica pedindo as horas. Imediatamente do outro lado da calçada vinha outro que passou pela frente do carro e foi parar na porta do lado do passageiro.

Logo na minha mente eu pensei:
_Meu Deus, vou ser assaltada!

Gente, naquela hora (quem foi assaltado sabe), passou um filme da minha vida inteira pela minha cabeça. As imagens iam surgindo numa fração de segundo e iam aparecendo os rostos das pessoas da minha família, dos meus amigos e das coisas que eu já tinha feito na vida e do bebê que estava lá guardadinho dentro de mim... UM FILME DE TERROR!
 Isso ainda bate fundo aqui dentro.

Bom, o infeliz abriu a porta do meu carro e disse:
_Sai, fica quieta que isso é um assalto e eu tenho uma arma aqui dentro da jaqueta. Nisso eu percebi que uma das mãos dele estava enfiada sob a jaqueta na altura do peito dele. Rapidamente o outro que estava do lado oposto se aproximou e disse:
_Entra no carro!
eu respondi:
_NÃO!

Eles insistiram umas três vezes e por três vezes eu disse NÃO! Afffffff...
 Gente eu estava com minha bolsa, e umas sacolas com coisinhas pro bebê que eu tinha comprado na feira da Mamãe & Bebê. Pensei que eles iriam levar tudo. Mas não...

Daí esse que tava com a arma escondida e que era o mais estressadinho falou assim:
VAI EMBORA, SAI DAQUI E NÃO OLHA NEM PRA ´TRÁS!

Daí gente eu fui em direção oposta à casa da minha mãe, tremendo todinha e com o coração aos pulos. Ouvi eles arracando com meu carro e cantando pneus. OLhei rapidamente e vi eles virarem a esquina. Ai gente me deu um ódio tão grande porque a gente faz sacrifício pra ter as coisas né não? E depois aparecem esses bostas pra levar o que é nosso?

 Daí eu saí correndo, abri a porta da casa de minha mãe e subi aquelas escadas (nem sei como), de dois em dois degraus chegando esbaforida, sem fôlego e já chorando muito. Nem conseguia falar.
Contei rapidamente pra minha mãe e ela tentou me acalmar e disse.
Filha, senta, te acalma e pensa no bebê, por favor. Vamos resolver isso, tá?
Me deu água com açúcar, me abraçou... Aquelas coisas de mãe.

Eu comecei a sentir cólicas e gritei:
MÃE, VOU PERDER O NENÊ!

Mnha mãe ligou  rapidamente para meu pai e ele acionou a polícia. Depois ela ligou pro meu marido que veio correndo pra me levar no médico, mas antes, eu tinha que fazer um B.O.
Fui pra delegacia com muita raiva, cólicas e  muita adrenalina, que até que me ajudou um pouco.

Depois fomos para o médico e ele me deu um anti abortivo e pediu repouso absoluto. Receitou também um calmante fitoterápico.
Felizmente  e por graça de Deus minha filha continuou ali crescendo e bem.

Quando foi de noite recebemos um telefonema do delegado que meu automóvel tinha sido encontrado batido em um poste por causa da persequição policial ao veículo que logo foi rastreado pelos policiais.

O infeliz que estava dirigindo estava com o rosto todo fu....o e ficou algemado no chão, ao pé da mesa do delegado (pouco pra ele e pro susto que me fez passar).

Conseguiram prender mais dois, porque ao todo eram seis... Imaginem eu com seis marginais dentro do carro sacolejando? PLOFT!!!!!
Descobriu-se depois que eles queriam meu carro pra fazer assaltos a lojas e super-mercados. Foi achado em meu carro algumas bolsas femininas que foram devidamente devolvidas.




Quando soubemos da prisão, meu marido, meu pai e um de meus tios foram até a delegacia pra ver a cara dos vagabundos que já tinham apanhado até uma horas.
Meu marido conta (até hoje)- que ele se conteve ao máximo pra não estourar os miolos daquela anta que estava no chão.

Enfim, gente, foi assim o meu primeiro assalto. Mas eu volto pra contar o segundo...
O mais importante é que eu fiquei bem, (apesar do trauma que durou anos em mim) e que minha filha gerou e nasceu sadia.

GRAÇAS A MEU DEUS!
Os traumas continuam até hoje e eu desconfio de qualquer um.

Até mais

Lu C.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Em tempo real

Será que algo está mundando aqui na República das Bananas?



O julgamento de Mizael - caso Mércia Nakashima - está sendo transmitido ao vivo e finalmente o zé povinho está podendo conhecer como rola a coisa dentro do tribunal brasileiro.

As imagens estão disponíveis em todos os canais abertos, mas nenhum deles, a não ser a Rede Record (e ainda meia boca), abre alguma coisa do julgamento.

Por que as redes abertas não se interessam em apresentar o julgamento ao vivo? Eu não entendi...
(bando de incompetentes, ora bolas!)

Estou acompanhando tudo na Record News -canal 93 - NET TV -

Está muito interessante , estou gostando. E vocês já assistiram alguma coisa?

Até mais que eu to indo ali, tá?

FUI




segunda-feira, 11 de março de 2013

Escrever é uma Arte!



Para desenvolver esta arte é preciso escolher uma técnica. Temos então três ícones importantes para desenvolver essa arte.

1)    DISSERTAÇÃO


O que será que distingue a dissertação de outros segmentos da escrita.
Primeiro passo é sempre a escolha de um tema preferido ou dissertar sobre um tema imposto como é o caso do vestibular.


Na dissertação, o básico é expressar opinião sob o ponto de vista de quem escreve. A linguagem deverá ser bem fundamentada no tema escolhido. O autor da dissertação deve saber influenciar e convencer o leitor sobre aquilo que está escrevendo. Objetivando a explicação, você vai escolher o tema e discorrer sobre ele, só isso. Agora, atenção: Nunca escreva sobre um assunto que você não domine. Por isso que insistem aos vestibulandos que estejam sempre atualizados e antenados com o que é vigente dentro do contexto.


Por exemplo, a POLÍTICA  é sempre um tema que pode ser pedido na redação. A SUSTENTABILIDADE  também, tipo salvem o planeta e tudo que é ligado à ecologia. E por aí vai. São infinitos os temas.

Cuidado para não “encher lingüiça” tipo falar e não dizer nada.

E m resumo, é só escolher o tema e argumentar sobre ele.

Em particular, acho a dissertação difícil e chata.


2)    NARRAÇÃO:


Narrar é sempre contar um fato, um momento. Nessa narrativa existem elementos indispensáveis que servirá de pano de fundo da história que você vai contar.

A história em questão deverá ter um local e daí eu pergunto:

ONDE? Isso mesmo, onde? No texto deverá constar onde vc vai narrar a história.


Depois é primordial traçar uma linha de espaço e tempo - o famoso QUANDO!


E claro que você vai criar um personagem esse devera ser: QUEM?


Depois disso, tem que saber a forma de contar a historinha e aí temos o COMO?


É legal que você descreva o ambiente, crie um e conte para o leitor em detalhes como ele é. Isso possibilita a quem ler, uma viagem imaginária.

Contar quando se passa a narrativa só vai enriquecer seu texto. Tanto faz a época, você é quem vai determinar.

O personagem ou os personagens devem ser caracterizados, isto é, devem ser descritos fisicamente e até psicologicamente se assim você quiser. É bom descrever seu personagem porque você dá uma personalidade pra ele. O leitor adora isso. 

Escolha a maneira como vai contar essa história. Se tiver facilidade em criar em cima das figuras de linguagem vc vai ter uma infinidade de modos. Mas se teu estilo for direto e objetivo, use uma linguagem popular, de fácil entendimento e sem cansar o leitor.


PRONTO! Com essas dicas você vai criar uma narrativa.


3)    DESCRIÇÃO


Na descrição você vai aplicar a técnica de caracterização, que pode ser de alguém, coisa/elemento ou lugares que goste ou imagine. Você pode até ousar e criar lugares surreais e personagens estranhos.

Na descrição você vai usar bastante os adjetivos, pois eles qualificam pessoas, objetos e lugares também.


Ex: Rodrigo é um professor atento e dedicado.


Visitei uma praia onde as ondas eram altas e assustadoras.

Eu acho em particular que a descrição é um recurso que enriquece a leitura (quando feita com parcimônia), sem ser verborrágico. Eu costumo inserir muito a DESCRIÇÃO em minhas narrativas para que a leitura seja algo interessante e também é uma forma de levar o leitor até o fim da leitura.


Depois que você entender esses 3 ícones vai partir para a REDAÇÃO que nada mais é do que o ato de redigir, ou expressar em palavras aquilo eu foi pedido.

Para se ter uma boa redação é necessário conhecer as normas gramaticais (vide revisão ortográfica).

Será preciso saber usar acentuação, pontuação, concordância verbal e nominal . Aplicar adjetivos e advérbios em orações para enriquecê-las, construindo assim as frases que serão parágrafos e que não podem de modo algum ser confusa esta junção, do tipo um “amontoado” de palavras misturando ideias. Ordene suas ideias antes de começar a escrever, será mais fácil redigir.


Lembre-se: respeite o COMEÇO - MEIO E FIM DE UM TEXTO.


COMEÇO onde você apresenta a ideia central (introdução)

MEIO - aonde você vai destrinchar essa ideia (desenvolvimento)

FIM - aonde você vai “bater o martelo” e dar o fechamento da ideia. (conclusão) 

Igualmente quando for pedido a tal REDAÇÃO - observe e analise o TEMA em primeiro lugar, depois defina como redigir sobre o tema tendo em mente os ícones básicos:


VAI DESCREVER?

VAI DISSERTAR?

VAI NARRAR?

Todos esses “monstrinhos” cabem dentro de uma redação. Mas por favor, saiba ordená-los.


Tema de Redação para ENEN 2012
“A imigração para o Brasil no século XXI

Difícil? Para quem sabe sobre o assunto fica fácil!

REFORMA ORTOGRÁFICA

ALFABETO
Nova regra: Regra antiga Como será:
O alfabeto é agora formado por 26 letras O "k", "w" e "y" não eram consideradas letras do nosso alfabeto Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano

TREMA
Nova regra: Regra antiga: Como será:
Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano
agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, freqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.


ACENTUAÇÃO
Nova regra: Regra antiga: Como será:
Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas
assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico
assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico
Obs: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.
Obs2: o acento no ditongo aberto "eu" continua: chapéu, véu, céu, ilhéu

Os hiatos "oo" e "ee" não são mais acentuados
enjôo, vôo, corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo, crêem, dêem, lêem, vêem, descrêem, relêem, revêem enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povôo, creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem

Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas
pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (substantivo), péra (substantivo), pólo (substantivo)
para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo)
Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo "poder" (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - "pôde") e no verbo "pôr" para diferenciar da preposição "por"

Nova regra: Regra antiga: Como será:
Não se acentua mais a letra "u" nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de "g" ou "q" e antes de "e" ou "i" (gue, que, gui, qui) argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, enxagúemos, obliqúe
argui, apazigue,averigue, enxague, ensaguemos, oblique


Não se acentuam mais "i" e "u" tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo baiúca, boiúna, cheiínho, saiínha, feiúra, feiúme
baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume




HÍFEN
Nova regra: Regra antiga: Como será:
O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por "r" ou "s", sendo que essas devem ser dobradas
ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidade, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível
antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível
Obs: em prefixos terminados por "r", permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.


O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados
em vogal + palavras iniciadas por outra vogal
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado
autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.
Obs: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.
Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por "h": anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.


Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal.
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico
anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico
Obs: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen
Obs2: uma exceção é o prefixo "co". Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal "o", NÃO utiliza-se hífen.

Nova regra: Regra antiga: Como será:
Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição
manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento
mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, pára-choque, paravento


Obs: o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constitui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, ,

conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc.
O uso do hífen permanece
Em palavras formadas por prefixos "ex", "vice", "soto": ex-marido, vice-presidente, soto-mestre.
Em palavras formadas por prefixos "circum" e "pan" + palavras iniciadas em vogal, M ou N: pan-americano, circum-navegação.
Em palavras formadas com prefixos "pré", "pró" e "pós" + palavras que tem significado próprio: pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação.
Em palavras formadas pelas palavras "além", "aquém", "recém", "sem": além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto.

Não existe mais hífen
Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais): cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc.
Exceções: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa.



sábado, 9 de março de 2013

Digam o que quiserem, mas...

O BRASIL NÃO É UM PAÍS SÉRIO - Ahhhh vá, verdade? kkkkkkkkkkk



Sobre(vivemos) todos os dias dentro do FESTIVAL de BESTEIRAS QUE ASSOLA O PAÍS...

E eu pergunto?

Por quê nada fazemos em relação a isso? Por quê aceitamos e balançamos a cabeça como vaquinhas de presépio?

Ando enojada com essa política sarnenta, mentirosa, vil e cheia de ladrões mil.
Ando indignada com esse código penal furado, paleozóico e cavernoso onde se faz acreditar que o crime compensa - cortem as cabeças!

Mais um assassino condenado, esse tal Bruno , porém com a pena reduzida. Ahhh que "bunitinhu"!! Ahhh, coitadinho, ELE confessou estar envolvido no crime. Obaa que legal, é festa então? Não gente, É PIZZA MESMO, aliás tudo é festa nesse "paizinho" de terceiro mundo, onde os mocinhos ficam presos e os bandidos: SOLTOS.



A mãe de Elisa Samudio não teve nem a dignidade de poder enterrar a filha!
Aqui nada funciona, nada anda em linha reta. Não há fiscalização de nada X nada = a nada!
Ahhh e atenção, na semana que vem temos outro julgamento (poxa que legal, será que ele vai ser condenado?) Ah pode ser, mas a pena será pequena e talvez reduzida se ele se comportar bem e fizer pelo menos 3 dias de trabalho dentro da penitenciária. Pooxaaaa, bacana isso.

QUE NOJO! BLÁ

To aqui sim vociferando e que se dane quem não gostar, to nem aí!
Reclamar de quê né gente? Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem...

Somos teleguiados por um bando de cínicos, agourentos e que comem aos poucos nosso fígado todos os dias. E aí??????

Lá na esquina tem carrinho de pipoca? Tem sim senhor?
Lá na esquina tem matador? TEM SIM SENHOR! Fiquem a vontade!

Oba, todo mundo tem acesso a celulares e outras bibocas tecnológicas, e A BANDIDAGEM TAMBÉM!

GOOD!!!

Vivas à BANDIDAGEM BRANCA, ENGOMADA E DE SAPATOS IMPORTADOS QUE ENTRAM EM CARROS BLINDADOS.

Somos um dos países que mais paga impostos pra essa curriola ficar na vida mansa.

PQP!
Será que eu to BIPOLAR?

Ah e não se esqueçam de ouvir uma das músicas da hora:
Aiiiii se eu te pego, ai ai ....

Quanto lixo empilhado às margens plácidas!
Pobre PÁTRIA AMADA...


By Lu C.




sexta-feira, 8 de março de 2013

Desde minhas gerações até...

Ao redor do mundo:

FELIZ DIA DA MULHER - que deixo aqui representado por estas mulheres que fizeram e fazem parte de minha vida!



 
 

Eu e Minha avózinha linda
 


 
 
 
 
Eu e minha mãe amada
 
 
 
 
 
 

Minha Princesa Cy Cavichioli
 
 
 
 

Eu e minha filhota, meu orgulho
 
 
Meu abraço com afeto a todas minhas amigas blogueiras talentosas e guerreiras
 
 
 
 
 
 




quarta-feira, 6 de março de 2013

Se é charme que voce quer...

Venha dar um passeio comigo aqui nesta blogada!

Quem me conhece sabe que sou fascinda por Paris e tudo que a ela se relaciona, então vamos a esta reportagem lindíssima sobre a cidade luz!
VEM!

Dos imponentes boulevards às ruelas mais escondidas, descubra o charme de Paris, na França



Não é apenas de cartões-postais que vive Paris. Mesmo sendo um dos principais destinos turísticos do mundo, a cidade ainda conserva um charme discreto, com seus pequenos segredos que podem ser encontrados tanto nos imponentes boulevards quanto nas ruelas mais escondidas. O Museu do Louvre, o Centro Georges Pompidou, o Museu Rodin, todos os quase 150 museus da cidade não são os únicos a contar a sua história. Conhecer Paris é encontrar aquele bistrot escondido no final da próxima travessa à esquerda, é descobrir uma loja de antiguidades tão antiga quanto a memória de seus objetos, é visitar um, dois, três bares de vinhos, uma pequena igreja numa pequena praça, se deparar com uma fanfarra tocando na saída daquela estação onde você chegou sem querer, depois de se perder nas baldeações entres as 14 linhas de metrô. Paris é convidativa aos pedestres, às caminhadas, às descobertas de suas minúcias carregadas de vida e história.

A cidade-luz tem uma luz que é só dela. Luz que atravessa os vitrais da Notre Dame e aquece a charmosa arquitetura das margens do rio Sena. O sol transversal que faz brilhar o bege dos prédios haussmanianos e ilumina as telas de artistas como Monet, Cézanne e Van Gogh, que retrataram a beleza das ruas de Paris. Só não confie no verão francês. O calor intenso dura alguns poucos dias, e o resto do ano tem o tom cinzento do inverno europeu. O que não é menos charmoso.

Paris tem o cheiro da baguette. Mas tem também as ostras do mediterrâneo, os crepes bretões, o foie gras do sudoeste, os queijos de cabra de Savoie. É a terra dos singelos prazeres, como degustar uma tarde de sol e um vinho rosé no terraço de um bar em Montmartre, beliscando escargots. Sim, a vida aqui parece um filme.

Um filme surrealista, por vezes. A aristocracia tradicional divide os 105 km2 da área da cidade com estudantes estrangeiros, imigrantes vindos de ex-colônias francesas, europeus do leste, do oeste, chineses, além dos muitos franceses que resolvem fazer a vida na cidade grande. Capital de um país governado há 16 anos pelos conservadores, Paris, com cerca de 2,2 milhões de habitantes (mais de 11 milhões na região metropolitana), continua recebendo um alto número de estrangeiros que vêm aproveitar dos benefícios do Estado, apesar das políticas desenvolvidas nos últimos anos para conter a imigração. De uma maneira desajeitada, um pouco a contragosto, Paris abriga a diversidade.

E Paris dorme cedo. Paris come bem. Paris fala inglês, mesmo se seu sotaque varia entre o charmoso e o incompreensível. Guardada no coração de muitos como a cidade mais bonita do mundo, o berço da cultura ocidental é passagem indispensável para quem viaja pela Europa.

INFORMAÇÕES E SERVIÇO


Fuso horário - 4 horas a mais em relação a Brasília (5 horas durante o horário de verão)

DDIM - 0033

Código de acesso - 01, mas está inserido no número do telefone.

Telefones de emergência - Polícia 17, Ambulância 15 e Bombeiros 18

Site do país - www.franceguide.com

Site da cidade - www.parisinfo.com, com versão em português

Gorjetas - Não é obrigatório, mas considera-se um gesto de educação deixar em torno de 10% na mesa.

Embaixada brasileira - 34, Cours Albert 1er - Paris, fone 1 45 61 63 00, www.bresil.org

Consulado brasileiro - 65, avenue Franklin Roosevelt, www.cgbresil.org

Banco do Brasil - 29 Avenue Kléber, fone 1 40 53 55 00

Moeda - Euro. Para saber o valor de cotação, acesse economia.uol.com.br/cotacoes/cambio.jhtm


(apoio de pesquisa) http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/paris.jhtm



Esta blogada estaria melhor localizada em meu blog parisiense onde está a série   que estou escrevendo :Um Sonho em Paris e também onde vocês encontram mais sobre a cidade luz. O blog ainda é um bebê e eu estou ensinando-o a andar com as próprias pernas, mas a coisa tá lenta rsrs... Mas vale a pena olhar! Entrem e fiquem a vontade.
acessem:

http://clubedeparis.blogspot.com.br

Não deixem de acessar o link  deste hotel e conheçam uma das vistas mais fantásticas de Paris através da Eiffel Quarto Premier


Visite o site do hotel
http://www.shangri-la.com/paris/

Bom dia e bom passeio

sábado, 2 de março de 2013

The Oscar goes to...

As indicadas são:
 
Rosamunde Pilcher
Nora Roberts
Stephenie Meyer
E. L. James
 
 
 
 
Esta é uma blogada para escritoras estrangeiras, algumas eu li e gostei, outras apenas ouvi falar, mas deixo aqui algo sobre cada uma e a votação é de vocês. Porque eu já tenho a minha preferida que eu conto depois rsrs...
Vamos a elas:
 
 
Rosamunde Pilcher
 
 
 
Rosamunde Pilcher, é uma escritora inglesa nascida na Cornualha no dia 22 de Setembro de 1924, com uma carreira da qual seu mais famoso livro foi "Os Catadores de Conchas que eu acabei por não ler (ainda). Se alguém leu, deixe sua opinião por aqui.
 
Desta autora eu li: "Casa Vazia" e "Fim do Verão" - dois romances leves, sonhadores e com pitadas açucaradas e outras tantas de suspense com revelações surpreendentes.
Atualmente vive na Escócia e se dedica à família e literatura.
 
 FIM DO VERÃO - Resumo
 
 
 
O Fim do Verão narra a história de Jane Marsh, que, depois de anos residindo nos Estados Unidos, recebe a visita do advogado de sua avó, David Stuart, fazendo com que precise voltar à Escócia para resolver questões ligadas à sua herança. Retornar à tranqüila Elvie, propriedade familiar, no interior da Escócia, onde passou uma infância fascinante, traz-lhe recordações inesquecíveis. Além das montanhas cobertas de urze, a lembrança de seu primo Sinclair tem um lugar especial em seu coração, já que ela sonhava casar-se com ele. Mas Jane encontra um homem diferente do que habitava as suas lembranças, pois ele usa todo o seu charme para concretizar seus objetivos mesquinhos, e ela, portanto, pressente que não pode confiar nele. Contudo, uma tragédia e segredos familiares mudarão completamente o seu destino... para melhor.
 
 
 
 
 
Em A Casa Vazia, Rosamunde Pilcher nos brinda com uma história fantástica da perda de um amor.Virgínia Keile teve a decepcionante experiência de um casamento com um homem esnobe e rico, totalmente controlado pela mãe, uma mulher dominadora... Ela vivera os anos de seu casamento reclusa em uma mansão na Escócia. Quando o marido morreu num acidente de carro, Virgínia permitiu que a avó paterna e uma babá educassem seus filhos.Entretanto, a mais significativa experiência de sua vida estaria por começar, quando retorna à pequena cidade de sua juventude e decide passar um mês na casa de uma amiga para amenizar as lembranças de seu passado doloroso. Felicidade, alegria de viver, liberdade e coragem estão presentes em seu dia-a-dia como sensações há muito esquecidas. Disposta a enfrentar com coragem a sogra e a babá para trazer os filhos para junto de si, ela vai contar com o apoio de um amigo da juventude, que lhe estenderá a mão e abrirá o coração para auxiliá-la em sua nova etapa de vida.
 
 
 
 
 
 
 
 
Os Catadores de Conchas´ conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual a de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da Família Keeling.
(fonte de apoio - pesquisa)
 
 
 
Nora Roberts
 
 


Uma das escritoras mais lidas e acarinhadas do mundo, Nora Roberts nasceu em Silver Spring, Maryland, a mais nova de cinco filhos. Depois de um percurso escolar que incluiu algum tempo num colégio católico sob a disciplina das freiras, casou-se cedo e foi viver para Keedysville, Maryland.
Trabalhou por algum tempo como secretária. "Eu sabia dactilografar depressa mas não sabia escrever bem, fui a pior secretária de sempre", diz Nora agora. Depois de ter tido filhos, ficou em casa e experimentou todas as artes que lhe apareceram.
Uma tempestade de neve e vento, em Fevereiro de 1979, obrigou a sua mão a experimentar outras saídas criativas. Estava sobrecarregada com uma criança de três anos e outra de seis, sem o alívio temporário de um infantário em vista, e com um provisão de chocolate que ia diminuindo.
Nascida numa família de leitores, Nora não conheceu tempo algum em que não estivesse a ler e a inventar histórias. Durante a famosa tempestade de neve e vento, pegou num lápis e num caderno de notas e começou a escrever uma dessas histórias. Estava escrito que uma carreira tinha nascido.
Depois de muitos manuscritos e rejeições, o seu primeiro livro, Irish Thoroughbred, foi publicado pela Silhouette em 1981. Nora conheceu o seu segundo marido, Bruce Wilder, quando o contratou para que lhe fizesse umas prateleiras para livros. Casaram-se em 1985. Desde aí eles expandiram o seu lar, viajaram pelo mundo e abriram uma loja de livros juntos.
Ao longo dos anos, Nora esteve sempre rodeada de homens. Não era apenas a mais nova da família como também era a única rapariga. Criou dois filhos. O facto de ter passado a vida rodeada de homens deu-lhe uma visão razoavelmente boa do funcionamento da mente masculina, o que é um constante deleite para os seus leitores. Foi, tal como ela é citada por dizer, uma escolha entre decifrar os homens ou fugir dali a gritar.
Nora é membro de vários grupos de escritores e ganhou muitos prémios concedidos pelos seus amigos e pela indústria editorial.

Apoio de pesquisa:

Read more: http://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=431#ixzz2MOeFPFt0
 
 
Livros da Nora que eu já li
 
Triologia do Coração
 
 
 
 
Trilogia da Magia
 
 
 
 
 
 
 
Trilogia das Flores (ainda no volume I) - Dália Azul
 
 
 
 
 
 
 
 
Stephenie Meyer
 
 
 
 
 
Stephenie Sonnibe Meyer nasceu em Hartford, Connecticut, filha de Stephen Morgan e Candy. Ela cresceu em Phoenix, Arizona, com cinco irmãos: Seth, Emily, Jacob, Paul, e Heidi. Ela frequentou a escola Chaparral High School, em Scottsdale, Arizona, e cursou literatura inglesa na Universidade Brigham Young, em Provo, Utah, onde se formou em 1995. Meyer é membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.[ Conheceu seu marido Christian, mais conhecido por "Pancho", quando era pequena, casou-se com ele em 1994. Juntos, eles têm três filhos: Gabe, Seth e Eli. Após escrever Crepúsculo(Twilight), Stephenie ganhou 3 prêmios: um do NY Times e dois da Associação das Bibliotecas Americanas.
Até que seu "sonho" abriu caminhos para escrever e não parou mais.
 
(apoio de pesquisa)
 
 Da saga Crepúsculo, eu não li os livors, mas assisti aos filmes e devo confessar que gostei porque sou atirada em situações surreais, misteriosas e gosto de histórias de terror.
Em minha opinião, apesar da crítica que assolou a saga, eu ainda digo que gostei - cada um no seu quadrado né?
 
 
 
 
 
 
 
 
E. L. James
 
 
E L James é ex-executiva de TV e mora em Londres. Casada e com dois filhos, desde pequena sonhava em escrever histórias pelas quais os leitores se apaixonassem, mas adiou esses sonhos para se concentrar na família e na carreira. Quando finalmente arranjou coragem para escrever, pôs no papel seu primeiro romance, Cinquenta tons de cinza. Na sequência, publicou os outros dois livros da série, Cinquenta tons mais escuros e Cinquenta tons de liberdade, completando a trilogia que se tornou o maior fenômeno editorial dos últimos anos.
(fonte de apoio de pesquisa)
 
 

Esta trilogia não li e nem vou, porque me afetou de um modo estranho e o conteúdo nada tem a ver comigo.
Quem gosta pode se lambuzar.


Nesta primeira indicação podem votar, vou adorar saber suas percepções a respeito. Votem e comentem, ok?

Logo mais eu digo minha preferida!!

Obrigada

By Lu C.