Páginas

domingo, 23 de agosto de 2015

Eu no éter




Olá meus leitores queridos,

O Coluna da Lu pretende volta,mesmo porque ando muito calada ultimamente. Escuto um breve tilinta interno que deseja sair com frase soltas, perplexas, loucas, esfuziantes e lá vai...

Tenho exaustivamente me focado no trabalho. Sinto-me impedida de escrever e meus personagens pululam dentro do meu ser. Onde estão meus mundos? Não sei... Só sei que eles continuam existindo (isso já é um passo adiante).

Tenho passado maus bocados no ano passado ... Só eu sei, e isso já basta!
Este ano, parece que construí um casulo e nele me enrolo todo dia... E todo dia me desenrolo pra poder sair e enfrentar a cara do mundo. Mas a vida é assim: todo dia cria-se um futuro dentro do presente que as vezes te leva a pretéritos imperfeitos.

Ha tantas folhas mortas no chão, nos telhados, nas calçadas e dentro de minhas mãos também. Diante de meus olhos há premonições desenhadas em pergaminhos que não consigo decifrar.

Espero sinceramente voltar a escrever, porque sinto um vazio enorme... uma fome de letras e frases... Apesar do arsenal mostrar-se abarrotado, não consigo abri-lo.Por certo alguém inventou números em segredo e o cadeado não abre de forma alguma. Mas como existem fadas e criaturas aladas em minha mente, logo mais elas me soprarão sons antigos e esse cadeado se abrirá espontaneamente.

... Findou-se a sopa de letrinhas (por hora).

FUI!