... E ter carnaval pra gente sambar...
O resto? NÃO TEM PRESSA!!!!
Êta República de Bananas... Só aqui mesmo pra parar o país em dias (como hoje), que nem é feriado oficial.
Indústrias param de produzir
Escolas param de ensinar
Bancos fecham tipo quatro dias e meio...
E o povinho fica aí sassaricando nessa festa pagã e pecaminosa (faz tempo)... Achando BOM , enquanto os impostos sobem de elevador. O combústivel anda mais rápido e os cifrões correm... E todo resto de bla bla blas que todo mundo já sabe.
Nem dá pra comentar mais nada e viva os BBBs da vida, o campeonato brasileiro, a copa do mundo... E a produção de BANANAS!
TO DE SACO CHEIO - PARAFERNÁLIA VERDE/AMARELA!
Acho bom parar por aqui... FUI!!!!!!
Lu C.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Pra quem não sabia...
... Que fique sabendo e quem já sabia, bom apetite !!
Quem é que não gosta de um bom sanduíche? Todo mundo, aposto! rs E o BAURU é um desses lanches suculentos e que dá água na boca antes mesmo da gente pedir ou falar sobre ele.
O lanche tem uma história que define sua orígem . Aproveitemos a blogada e bom apetite pra quem quiser degustar o lanche original, posto que todos conhecem sua variação.
A importância do sanduíche Bauru para o município vem por meio da historia de seu criador, Casemiro Pinto Neto, nascido em Bauru (SP) em 5 de abril de 1914. Em 1931, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Como ele e outros intelectuais da época freqüentavam o bar "Ponto Chic", no largo do Paissandu, Casemiro ("Bauru"), o apelido que carinhosamente ganhou de seus amigos, sugeriu um tipo de sanduíche, que imediatamente recebeu o nome de seu criador: Sanduíche Bauru.
A difusão do sanduíche Bauru não se restringiu somente ao bar onde fora criado e nem tampouco à cidade de origem de seu criador. Em todo Brasil e até mesmo em outros países, o sanduíche Bauru, tornou-se popularizado pela receita composta com os ingredientes (presunto, queijo e tomate), também recebe inúmeras variações considerando as influências regionais e adaptações, ora acrescentando ou retirando alguns ingredientes, porém não deixando de levar o nome da cidade de Bauru a todas as lanchonetes e bares onde é confeccionado.
A preservação e valorização deste simples sanduíche, como patrimônio imaterial da cidade, que é lembrada como a cidade do sanduíche, é motivo de orgulho e estima aos bauruenses. O Sanduíche tem em sua receita original o pão francês sem miolo, fatias de roastbeef, queijo derretido, rodelas de tomate, pepino em conserva, orégano e sal a gosto.

No ano de 1931, Casimiro Pinto Neto, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido pelos colegas como "Bauru".
Juntamente com seus contemporâneos (estudantes, artistas e intelectuais), freqüentava o restaurante "Ponto Chic", no Largo do Paissandu. Muitas são as histórias relacionadas ao Ponto Chic, passando por Madame Fifi com suas francesas nos altos do mesmo prédio, assembléias de estudantes da Faculdade São Francisco, MMDC e a revolução de 32, a invenção do sanduíche mais famoso do Brasil - O BAURU, as discussões políticas, o futebol, a Gazeta Esportiva, o basquete, negociação de craques, chegando a idéias, textos e composições inspiradas pelo ambiente. Até os dias de hoje o Ponto Chic mantém sua tradição de oferecer aos clientes, em sua forma original, o sanduíche mais famoso do Brasil -
Quem é que não gosta de um bom sanduíche? Todo mundo, aposto! rs E o BAURU é um desses lanches suculentos e que dá água na boca antes mesmo da gente pedir ou falar sobre ele.
O lanche tem uma história que define sua orígem . Aproveitemos a blogada e bom apetite pra quem quiser degustar o lanche original, posto que todos conhecem sua variação.
A importância do sanduíche Bauru para o município vem por meio da historia de seu criador, Casemiro Pinto Neto, nascido em Bauru (SP) em 5 de abril de 1914. Em 1931, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Como ele e outros intelectuais da época freqüentavam o bar "Ponto Chic", no largo do Paissandu, Casemiro ("Bauru"), o apelido que carinhosamente ganhou de seus amigos, sugeriu um tipo de sanduíche, que imediatamente recebeu o nome de seu criador: Sanduíche Bauru.
A difusão do sanduíche Bauru não se restringiu somente ao bar onde fora criado e nem tampouco à cidade de origem de seu criador. Em todo Brasil e até mesmo em outros países, o sanduíche Bauru, tornou-se popularizado pela receita composta com os ingredientes (presunto, queijo e tomate), também recebe inúmeras variações considerando as influências regionais e adaptações, ora acrescentando ou retirando alguns ingredientes, porém não deixando de levar o nome da cidade de Bauru a todas as lanchonetes e bares onde é confeccionado.
A preservação e valorização deste simples sanduíche, como patrimônio imaterial da cidade, que é lembrada como a cidade do sanduíche, é motivo de orgulho e estima aos bauruenses. O Sanduíche tem em sua receita original o pão francês sem miolo, fatias de roastbeef, queijo derretido, rodelas de tomate, pepino em conserva, orégano e sal a gosto.

No ano de 1931, Casimiro Pinto Neto, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido pelos colegas como "Bauru".
Juntamente com seus contemporâneos (estudantes, artistas e intelectuais), freqüentava o restaurante "Ponto Chic", no Largo do Paissandu. Muitas são as histórias relacionadas ao Ponto Chic, passando por Madame Fifi com suas francesas nos altos do mesmo prédio, assembléias de estudantes da Faculdade São Francisco, MMDC e a revolução de 32, a invenção do sanduíche mais famoso do Brasil - O BAURU, as discussões políticas, o futebol, a Gazeta Esportiva, o basquete, negociação de craques, chegando a idéias, textos e composições inspiradas pelo ambiente. Até os dias de hoje o Ponto Chic mantém sua tradição de oferecer aos clientes, em sua forma original, o sanduíche mais famoso do Brasil -
Ponto Chic/ Fonte: Ponto Chic (2006)
Numa noite, em 1934, procurou apressadamente, o
cozinheiro do restaurante (Sr. Carlos), e "ditou" a receita do sanduíche: pão
francês sem miolo, uma porção de queijo derretido em banho-maria, fatias de
roastbeef, rodelas de tomate e pepino em conserva (picles).
Segundo Casimiro, essa receita incluía os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme havia lido em um livreto de alimentação para crianças, da Secretaria de Educação e Saúde, escrito pelo Ex-prefeito Wladimir de Toledo Pisa, também freqüentador do Ponto Chic.
Quando estava comendo o segundo sanduíche "Quico" (Antônio Boccini Jr.), um amigo que era muito guloso, pegou de sua mão um pedaço do sanduíche e gostou. Aí, pediu ao garçom, um descendente russo chamado Alex, - Me vê um desses do "Bauru" -. Na mesma noite, outros freqüentadores pediram o novo sanduíche, dizendo que queriam um "igual ao do Bauru". Nascia assim um dos mais famosos lanches do Brasil, hoje conhecido até em outros países.
Em Bauru o sanduíche foi divulgado por José Francisco Júnior (o Zé do Skinão) que conheceu Casimiro Pinto Neto em meados 1957. Transformou sua lanchonete (O Bar do Skinão) no principal ponto bauruense de divulgação do Sanduíche Bauru, o fazendo muitas vezes gratuitamente.
Atualmente o tradicional Sanduíche Bauru pode ser encontrado nos seguintes estabelecimentos: Skinão lanches (Rua Rio Branco esquina com Rua Júlio Maringoni); Bauru Chic (localizado próximo ao Bauru Shopping); Bar Aeroporto (no Aeroclub de Bauru); Buffet Mantovani (Av. Elias Miguel Maluf, 1-25), além do Bar e Restaurante Ponto Chic em São Paulo (Largo do Paissandu, 27).
Segundo Casimiro, essa receita incluía os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme havia lido em um livreto de alimentação para crianças, da Secretaria de Educação e Saúde, escrito pelo Ex-prefeito Wladimir de Toledo Pisa, também freqüentador do Ponto Chic.
Quando estava comendo o segundo sanduíche "Quico" (Antônio Boccini Jr.), um amigo que era muito guloso, pegou de sua mão um pedaço do sanduíche e gostou. Aí, pediu ao garçom, um descendente russo chamado Alex, - Me vê um desses do "Bauru" -. Na mesma noite, outros freqüentadores pediram o novo sanduíche, dizendo que queriam um "igual ao do Bauru". Nascia assim um dos mais famosos lanches do Brasil, hoje conhecido até em outros países.
Em Bauru o sanduíche foi divulgado por José Francisco Júnior (o Zé do Skinão) que conheceu Casimiro Pinto Neto em meados 1957. Transformou sua lanchonete (O Bar do Skinão) no principal ponto bauruense de divulgação do Sanduíche Bauru, o fazendo muitas vezes gratuitamente.
Atualmente o tradicional Sanduíche Bauru pode ser encontrado nos seguintes estabelecimentos: Skinão lanches (Rua Rio Branco esquina com Rua Júlio Maringoni); Bauru Chic (localizado próximo ao Bauru Shopping); Bar Aeroporto (no Aeroclub de Bauru); Buffet Mantovani (Av. Elias Miguel Maluf, 1-25), além do Bar e Restaurante Ponto Chic em São Paulo (Largo do Paissandu, 27).
fonte de pesquisa http://www.sanduiche.baurusp.com.br/historia.php?menu=no
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
DOCES: comer ou não comer... Eis a questão!
Gente, eu quero falar sobre coisinhas adocicadas hoje... Estranho né eu falar em adocicar aqui no Coluna que é um blog por vezes cítrico e outras, amargo. Porém quero abordar um tema que me incomoda.
Você devem estar pensando:" hummm, ela adora doces, mas evita pra não engordar". NADA DISSO!
É simplesmente ao contrário. Eu não curto doces e é por isso que eu quero falar sobre.
As pessoas se assustam quando eu digo: " Não, obrigada... Eu não gosto, eu não como, não me apetece".
Você é diabética? NÃO!!!!!!
Nossa que coisa irritante! Eu não gosto de pronto!
Nas festas, nos almoços de família , (principalmente na família do meu marido), que são todos formigões, eles ficam encarnando e me tirando por causa disso. Tem até gente que faz careta quando eu recuso. BAH, pra você, tá?! COME VOCÊ!!!!!!
Será crime alguém não gostar de doces? Daí me perguntam:
"Mas você não come doce nunca?"
"Como sim, eu respondo"... Mas eu troco rapidinho um quindim por uma empadinha e pode ser a qualquer hora.
Agora , devo confessar que sou "chocolover" e também gosto de um bom sorvete e de brigadeiro, justamente porque são feitos de chocolate. Sorvetes , gosto de todos kkkk
Um doce que me apetece é o strudel... Uai, cada um no seu quadrado, caspite!
Não me venha com aqueles bolos melequentos, nem com mousses, pudins, doce de leite, pavê, e toda sorte de melecas enjoativas... ECA!!
Eu tolero alguns pedaços de doce em calda, como abóboras, figos, pessegos e maçãs... Mas tem que ter pouco açúcar.
E eu faço em casa esse tipo de compota. Uso o açúcar cristal em pequena quantidade (pequena MESMO) rs...Porque senão enjoo logo no primeiro bocado.
Aqui em casa pouco se come quando se trata de doces. Eu adoro fazer doces e ver a beleza deles. O colorido e a montagem e toda finalização.
Teve um tempo que trabalhei com docinhos pra festa e também com chocolates e cestas de café da manhã.... Era tudo de bom ver aqueles docinhos todos iguais, enfileirados, nossa eu curtia muito!
Meu marido e filhas são dois formigões, mas eles tem tendencia pra engordar e ficam sempre se policiando. De quando em vez eu faço um pudim de pão, um pudim de leite condensado, um bolo de bananas... Mas é raro.
Gosto de comer depois do almoço sempre uma fruta. Eu pego uma maçã, descasco, jogo por cima um envelope de adoçante e levo para o microondas por 2min. Depois retiro e polvilho canela e pronto, tá feita minha sobremesa. O mesmo faço com banana, só que o tempo de micro diminui rs porque senão a banana vira sopa kkkkkkk.
Ainda bem que eu conheço pessoas como eu, senão eu estaria achando que não sou deste planeta...
Escolhi algumas imagens de docinhos pra vocês, tá. Entre elas o bolo KIT KAT que fiz pro niver da minha filhota.
FUI!
Você devem estar pensando:" hummm, ela adora doces, mas evita pra não engordar". NADA DISSO!
É simplesmente ao contrário. Eu não curto doces e é por isso que eu quero falar sobre.
As pessoas se assustam quando eu digo: " Não, obrigada... Eu não gosto, eu não como, não me apetece".
Você é diabética? NÃO!!!!!!
Nossa que coisa irritante! Eu não gosto de pronto!
Nas festas, nos almoços de família , (principalmente na família do meu marido), que são todos formigões, eles ficam encarnando e me tirando por causa disso. Tem até gente que faz careta quando eu recuso. BAH, pra você, tá?! COME VOCÊ!!!!!!
Será crime alguém não gostar de doces? Daí me perguntam:
"Mas você não come doce nunca?"
"Como sim, eu respondo"... Mas eu troco rapidinho um quindim por uma empadinha e pode ser a qualquer hora.
Agora , devo confessar que sou "chocolover" e também gosto de um bom sorvete e de brigadeiro, justamente porque são feitos de chocolate. Sorvetes , gosto de todos kkkk
Um doce que me apetece é o strudel... Uai, cada um no seu quadrado, caspite!
Não me venha com aqueles bolos melequentos, nem com mousses, pudins, doce de leite, pavê, e toda sorte de melecas enjoativas... ECA!!
Eu tolero alguns pedaços de doce em calda, como abóboras, figos, pessegos e maçãs... Mas tem que ter pouco açúcar.
E eu faço em casa esse tipo de compota. Uso o açúcar cristal em pequena quantidade (pequena MESMO) rs...Porque senão enjoo logo no primeiro bocado.
Aqui em casa pouco se come quando se trata de doces. Eu adoro fazer doces e ver a beleza deles. O colorido e a montagem e toda finalização.
Teve um tempo que trabalhei com docinhos pra festa e também com chocolates e cestas de café da manhã.... Era tudo de bom ver aqueles docinhos todos iguais, enfileirados, nossa eu curtia muito!
Meu marido e filhas são dois formigões, mas eles tem tendencia pra engordar e ficam sempre se policiando. De quando em vez eu faço um pudim de pão, um pudim de leite condensado, um bolo de bananas... Mas é raro.
Gosto de comer depois do almoço sempre uma fruta. Eu pego uma maçã, descasco, jogo por cima um envelope de adoçante e levo para o microondas por 2min. Depois retiro e polvilho canela e pronto, tá feita minha sobremesa. O mesmo faço com banana, só que o tempo de micro diminui rs porque senão a banana vira sopa kkkkkkk.
Ainda bem que eu conheço pessoas como eu, senão eu estaria achando que não sou deste planeta...
Escolhi algumas imagens de docinhos pra vocês, tá. Entre elas o bolo KIT KAT que fiz pro niver da minha filhota.
FUI!
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