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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Literatura Surreal e afins




Tenho percebido ao longo de minha trajetória literária que as pessoas apreciadoras do surreal ocupam um pequeno lugar no espaço. Não sei bem o porquê, mas é o que acontece.
Tenho algumas conclusões particulares pra explicar ( a mim mesma) o que as assusta nesse tipo de literatura. Seria o não entendimento? Seria a mistura indigesta dos personagens, situações, espaço/tempo? Ainda estou descobrindo. Seria ainda a página em branco que eu deixo ao leitor para que ele a escreva e chegue a uma conclusão satisfatória para o entendimento?
Meu estilo literário sempre correu por meandros mágicos, ilusórios, futuristas e utópicos. Gosto desses caminhos, porque o autor é liberto e tem uma visão além do que imagina soltando toda e qualquer amarra. Ele cria, rabisca, desenha, apaga, mata, recria, revive, transforma, aproveita nacos e rastros de personagens falidos, criando uma espécie de "Frankenstein" vitaminado e pronto pra outra.
Na saga da Sinhazinha em especial foi exatamente isso que ocorreu. Ela é uma personagem metamórfica , assim como o Cajueiro e o Novelo de Lã, porque dependendo da ocasião elas revivem em tempo/espaço, de modo que podem refletir suas múltiplas faces.
Tenho muitos contos e pequenas prosas que revelam esse estilo, justamente porque eu aprecio deixar reticências para que o leitor desenvolva sua imaginação ao ler. Essa é a verdadeira magia da leitura, podem acreditar. Água com açúcar não é comigo!!
A saga da Sinhazinha tem uma conotação jocosa, lúdica, exótica e por vezes assustadoramente fora do lugar comum. Criar historinhas comuns, não faz meu gênero, a não ser que o conteúdo tenha uma sobrecarga emocional que leve às lágrimas e/ou a disparar o coração do leitor, fazendo-o cativo.
Talvez por essas e por outras que a literatura surreal atinja um público alvo bem minúsculo, já que há gostos diversos ( sorte a nossa).
Tento ser romântica dizendo muito no pouco, isso eu treinei e construí muitos poeminis, onde a imagem é matéria prima de grande valor.
Por vezes escrevo críticas à exploração do ser humano e toda sua pobreza interior, embora sejam seres ricos em suas estruturas, mas falta a visão de humanidade.
Falando um pouco sobre os títulos de meus trabalhos:
Gosto dos inusitados, tipo aqueles que nada tem a ver (de cara) com o texto em si, e sim provocando uma surpresa ao leitor quando ele procura pelo título. Ele dever ser sugestivo, pluralista , diversificado e principalmente envolvente.
Enfim, os gêneros literários estão aí, discursando suas verves infinitamente gloriosas no sentido de abordar as diferenças individuais
Somos seres diversos, românticos, surreais, mal humorados, felizes, deprimidos, perdidos e só, na multidão de humanidades.


* Saga da Sinhazinha encontra-se na íntegra nesse link

http://www.escritosnamemoria.blogspot.com.br/p/fabrica-de-historinhas.html

Lu Cavichioli


sábado, 19 de setembro de 2015

Sem noção





Nunca fui de usar máscaras, nem maquiagem pra esconder minhas caras, bocas e palavras. Há quem se ofenda com minha franqueza, porém, eu continuo produzindo-a. Doa a quem doer.

Li por aí que egos inflados corrigiram comportamentos colocando pessoas em seu devido lugar.
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA  -desculpe meu frouxo de risos, a mascara caiu, pessoa, e você foi uma das maiores decepções que tive na internet. A mais falsa, a mais escondida entre afagos e beijos para no final estapear-me com suas verdades injustas.

Foi melhor assim... Eu pensei que fosse doer, mas na verdade, nada senti, nem ferida ficou. Apenas tomei um banho em água límpida, fechei portas e janelas, abrindo somente para entrar luz verdadeira.

FUI

domingo, 23 de agosto de 2015

Eu no éter




Olá meus leitores queridos,

O Coluna da Lu pretende volta,mesmo porque ando muito calada ultimamente. Escuto um breve tilinta interno que deseja sair com frase soltas, perplexas, loucas, esfuziantes e lá vai...

Tenho exaustivamente me focado no trabalho. Sinto-me impedida de escrever e meus personagens pululam dentro do meu ser. Onde estão meus mundos? Não sei... Só sei que eles continuam existindo (isso já é um passo adiante).

Tenho passado maus bocados no ano passado ... Só eu sei, e isso já basta!
Este ano, parece que construí um casulo e nele me enrolo todo dia... E todo dia me desenrolo pra poder sair e enfrentar a cara do mundo. Mas a vida é assim: todo dia cria-se um futuro dentro do presente que as vezes te leva a pretéritos imperfeitos.

Ha tantas folhas mortas no chão, nos telhados, nas calçadas e dentro de minhas mãos também. Diante de meus olhos há premonições desenhadas em pergaminhos que não consigo decifrar.

Espero sinceramente voltar a escrever, porque sinto um vazio enorme... uma fome de letras e frases... Apesar do arsenal mostrar-se abarrotado, não consigo abri-lo.Por certo alguém inventou números em segredo e o cadeado não abre de forma alguma. Mas como existem fadas e criaturas aladas em minha mente, logo mais elas me soprarão sons antigos e esse cadeado se abrirá espontaneamente.

... Findou-se a sopa de letrinhas (por hora).

FUI!


terça-feira, 12 de maio de 2015

Mudando a Tática





Na vida, as vezes, é preciso mudar a forma de tratar com certas pessoas. Já foi tentado de tudo e mais um pouco, e nada resolveu. Então vou partir para outro modo de conduzir as coisas.

Não vou mais me humilhar, nem pedir desculpas por uma coisa que não fiz. Tenho consciência absoluta e tranquila que nada fiz, embora a outra parte insista em tirar suas conclusões sem querer conversar e acertar. Mas com essa pessoa não tem conversa, ela é autoritária, possessiva, obsessiva e paranoica e por que não dizer com traços de esquizofrenia. De qualquer modo, se fosse só isso seria bom, porque há tratamentos. Mas não! Essa pessoa tem sangue ruim, gosta de revidar, de maltratar, de pisar nas pessoas... Pois agora CHEGA! Não sou saco de pancadas... Fui há muito anos, agora não mais.

Estou prestes a dizer tudo isso e muito mais na cara , e se der chiliques, dane-se porque gosta de um encenação essa pessoa, sabem,,, Sim, gosta de fazer um teatro e olha, daria ótima performance com Oscar e tudo! Chantagem emocional, não mais!!!

É isso, pelo menos desabafei, porque eu quero paz na minha vida, quero ser feliz e... Com licença que estou indo viver. Você... continue tirando suas conclusões que são sempre as certas, né...


FUI!

sábado, 18 de abril de 2015

Tirinha Literária

Oi gente, bom dia, vocês lembram que toda semana eu postava algo sobre literatura? Pois então, eis-me com mais uma tirinha literária de ótima qualidade.

Volto em grande estilo, trazendo ao cenário das letras uma autora contemporânea que tem muito a mostrar. Ela é jovem, linda, criativa, mágica e passeia tranquila por diversos estilos.
Estou falando de Camila Monteiro do blog Vida Complicada Demais

A moça chegou com tudo, mostrando a que veio com seu jeito despojado e totalmente espontâneo publicando seu primeiro livro " O Acumulador de Troféus" - uma saga de suspense, mistérios e com algumas pitadas do sobrenatural. Tudo isso engajado no seio de uma família reprimida e afastada das coisas boas da vida, comandada por um homem violento, ignorante e machista.

Agora, essa autora de muitas faces retorna com uma história mais leve, mágica e que nos faz viajar através do surreal mundo de Kamaleon - um reino gerado por cores, emoções e sentimentos. E como lhe é peculiar, Camila solta pitadas de suspense mesclando com sua eficiente maneira de encantar.

Arrisquei uma pequena resenha - expressando minha visão sobre as matizes que colorem Kamaleon.

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KAMALEON – UM MUNDO MUITO ALÉM DO ARCO ÍRIS (by Lu Cavichioli)

Kamaleon é um Reino cheio de doçura e graça onde prevalece a paz que, em sua brancura, desenha a refração das cores.
Seus  habitantes seriam deuses? Não sei dizer, entretanto eu presumo que eles simplesmente voam ou flutuam, se bem que as vezes eles até andam. Mas é tudo muito fácil de entender,
porque eles são seres mágicos, cujo fascínio conquistou meus labirintos outrora inquieto a procura de minha sensibilidade.

Estou falando dos Lampys, entidades que transbordam a sedução carismática da transformação.. Imaginem um rodamoinho de cores... Fechem os olhos e se permitam passear por essas esquinas que empilham coloração, matizando vielas, jardins, telhados e quem sabe os pingos da chuva... Aproveitem e sintam o sabor das furtas que descem em cachos pelos bosques.

Em toda essa mescla pictórica encontramos Lilly Prass, uma menina que prima por sua energia colorida, porém ainda não tem controle sobre a mesma. E é nessa busca de equilíbrio que a história vai bordando suas finas rendas em meio a descobertas outras que irá resultar em aprendizado, competência e habilidade. Para tanto a moça deve submeter-se a um treinamento, onde seu mentor nem imagina a dificuldade que irá enfrentar.

Para completar a saga, reaparece Devox, um Lampys poderoso que foi banido há tempos do Reino, e que traz nos olhos, mistério... Numa sedução lilás com um lado obscuro que irá se amalgamar com o entusiasmo benéfico (por ora), e descontrolado da protagonista.

Será que Kamaleon irá resistir aos poderes extravagantes de Devox?
E o que será que Lilly irá fazer frente a esse desafio...

Essas e outras perguntas serão reveladas nesse enredo apaixonante e tentador, contido nas entrelinhas de Kamaleon.

Quer descobrir? Siga o caminho das cores...
Camila Monteiro tem uma história pra contar!



Lançamento pela

Editora Catavento



domingo, 15 de março de 2015

15/03/2015 Dia do Basta... Será?





Sra. Dilma Roussef, houve, de sua parte, muitas promessas de um Brasil melhor e mais digno, e o que a gente viu até agora foi desrespeito, corrupção e mentiras.
Gostaríamos imenso que cumprisse o que prometeu em campanha, simples assim.
Não vou me ater à xingamentos nem à baixaria, o povo só espera que o Brasil sobreviva.
Termino , vestindo o verde amarelo porque... Que eu saiba, não há a cor vermelha em nossa bandeira. 
Sem mais...

Lu Cavichioli

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

S.O.S BRASIL

GENTE, o PT tem que sumir do mapa, senão quem vai sumir somos nós.

INTERVENÇÃO MILITAR JÁ -  e NÃO ME VENHAM COM BLA BLA BLAS!

FUI!