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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Sobre Fósseis, Pré-História e Evolução




Nestes tempos de caos onde o ser humano anda maquinalmente dominado estive refletindo sobre sentimentos, virtudes e valores que nos foram apresentados e aprendidos desde épocas remotas e que foram passados de geração para geração.

Desde a passagem do Homo Erectus, um antepassado do Homo Sapiens, onde a valorização das tarefas e consequentemente dos direitos e descobertas possibilitaram desenhar a escultura do homem atual que deveria (pelo menos) manter conceitos humanamente possíveis para um bom relacionamento com o semelhante parece que foi por água abaixo.

A sociedade no Pleistoceno já tinha suas obrigações e toda raça mantinha certamente as tarefas que lhes era confiada, enquanto a capacidade craniana evoluía rapidamentse , creio ser este o segredo para a confusão mental vigente.

Depois das catástrofes que abateram a Terra e seus habitantes fossilizados aparece galante figura - o Homem Moderno e depois dessa espécie já ultrapassada e pós-moderna  eis que aparece o Homem Maquinal. Aquele que aperta botões e fica sentado horas diante de uma luz artificial, desprovidade de fotossíntese e por de sóis. Esses vultos petrificados vivem num mundo hostil, sombrio e catatônico.

O planeta continua girando e o resto da galáxia engravida estrelas e vai parindo esferas pictóricas na imensidão geométrica do 8 que dorme no infinito.
O restante dos seres ainda vão suando o pão de cada dia, embora muitos gostem de comer o fígado do outro regado ao molho pardo.

Tenho observado esses mastigadores ultimamente e fico aqui na surdina de minhas madrugadas a ronronar feito gata que não é borralheira a decadência da espécie e a falta de inteligencia a favor da razão.

Ah, se o ser humano por um momento que fosse desse conta de quão ínfimo é, e conseguisse enxergar o lado do seu avesso, saberia que somos (se quisermos), seres racionais, capazes de amar, de reconhecer, de ajudar, de abraçar e sorrir. De chorar e agradecer, de falar e não gritar. De unir mãos em prol do outro. Este seria um auto-reconhecimento e gratidão para consigo mesmo. E nessa descoberta suculenta e real, poderíamos olhar o outro de frente, fazendo cair por terra a arrogância e a vaidade, empilhando tijolinhos de amizade e sinceridade, construindo e compartilhando conhecimentos em um ato gratuito e pleno: O ATO DE AMAR!

Oh, quantas estradas ainda a percorrer neste aprendizado que nem sabemos se alcançaremos?!
Pobre HOMO SAPIENS - pensador de um crânio só - O SEU - contido no ego estúpido e voraz do SER e TER, e que um dia ou uma noite, quem sabe, tudo ficará no breu das horas e não haverá mais tempo de aparar arestas.





Humano (conhecido taxonomicamente como Homo sapiens,[1][2] do latim "homem sábio",[3] e também chamado de pessoa, gente ou homem) é a única espécie animal de primata bípede do gênero Homo ainda viva.[4][5] Os humanos anatomicamente modernos originaram-se na África há cerca de 200 mil anos, atingindo o comportamento moderno há cerca de 50 mil anos.[6]
Os membros dessa espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. Esta capacidade mental, associada a um corpo ereto possibilitaram o uso dos braços para manipular objetos, fator que permitiu aos humanos a criação e a utilização de ferramentas para alterar o ambiente a sua volta mais do que qualquer outra espécie de ser vivo. Outros processos de pensamento de alto nível, como a auto-consciência, a racionalidade e a sapiência,[7][8][9] são considerados características que definem uma "pessoa".[10][11]
Atualmente os seres humanos estão distribuídos em toda a Terra, principalmente nos continentes e ilhas do planeta. No entanto, outros grupos de indivíduos estão voando em veículos particulares na atmosfera, outros viajando ao longo dos oceanos e até mesmo um pequeno número de indivíduos que vivem na órbita terrestre baixa. Em novembro de 2011, a população humana foi estimada em cerca de 7 bilhões de indivíduos pela Organização das Nações Unidas.[12] Desde o surgimento da civilização, os humanos são uma forma dominante de vida biológica, em termos de distribuição espacial e efeitos sobre a biosfera do planeta.
Como a maioria dos primatas superiores, os seres humanos são sociais por natureza, sendo particularmente hábeis em utilizar sistemas de comunicação, principalmente verbal, gestual e escrita para se expressar, trocar ideias e se organizar. Os humanos criaram complexas estruturas sociais compostas de muitos grupos cooperantes e concorrentes, de famílias até nações. As interações sociais entre os humanos criaram uma variedade extremamente grande de tradições, rituais, normas sociais e éticas, leis e valores, que em conjunto formam a base da sociedade humana. A cultura humana é marcada pelo apreço pela beleza e estética o que, combinado com o desejo de expressão, levou a inovações como a arte, a escrita, a literatura e a música. O Homo sapiens, como espécie, tem como característica o desejo de entender e influenciar o ambiente à sua volta, procurando explicar e manipular os fenômenos naturais através da filosofia, artes, ciências, mitologia e da religião. Esta curiosidade natural levou ao desenvolvimento de ferramentas e habilidades avançadas. O ser humano é a única espécie conhecida capaz de criar o fogo, cozinhar seus alimentos, vestir-se, além de utilizar várias outras tecnologias. Os humanos passam suas habilidades e conhecimentos para as próximas gerações e, portanto, são considerados dependentes da cultura. (fonte wikipédia)





 
 
 
 
 
 
 
 


Homo erectus é uma espécie extinta de hominídeo que viveu entre 1,8 milhões de anos[1] e 300 000 anos atrás[2] (Pleistoceno inferior e médio).
Eles mediam entre 1,30 e 1,70 m de altura,[1] com 70 quilos[1] e seu volume craniano era entre 750 e 1250 cm³, um aumento de cerca de 50% em relação ao seu ancestral Homo habilis. Seus esqueletos fósseis datam de cerca de 1,5 milhão de anos atrás, e foram encontrados principalmente na África.
Habitantes de cavernas, produziam e usavam ferramentas bem mais elaboradas (como machados de mão), que representam a primeira ocorrência no registro fóssil de um design consciente. Acredita-se que produziram ferramentas de madeira e armas, mas não foram preservadas. Foram provavelmente os primeiros a usar o fogo, e a iniciar uma migração do continente africano para diversas regiões. Sua alimentação era de: vegetais, frutas, folhas,raízes e animais. (fonte Wikipédia)





 






O homem-de-neandertal (Homo neanderthalensis) é uma espécie extinta, fóssil, do gênero Homo que habitou a Europa e partes do oeste da Ásia, de cerca de 300 000 anos atrás[1] até aproximadamente 29 000 anos atrás (Paleolítico Médio e Paleolítico Inferior, no Pleistoceno), tendo coexistido com os Homo sapiens. Alguns autores, no entanto, consideram os homens-de-neandertal e os humanos subespécies do Homo sapiens (nesse caso, Homo sapiens neanderthalensis e Homo sapiens sapiens, respectivamente).
Esteve na origem de uma rica cultura material designada como cultura musteriense, além de alguns autores lhe atribuírem a origem de muitas das preocupações estéticas [2] e espirituais do homem moderno, como se poderá entender a partir das características das suas sepulturas. Depois de um difícil reconhecimento por parte dos académicos, o homem-de-neandertal tem sido descrito no imaginário popular de forma negativa em comparação com o Homo sapiens, sendo apresentado como um ser simiesco, grosseiro e pouco inteligente. Era, de facto, de uma maior robustez física e o seu cérebro era, em média, ligeiramente mais volumoso. Progressos relativos a arqueologia pré-histórica e da paleoantropologia depois da década de 1960 têm revelado um ser de uma grande riqueza cultural, ainda que seja, provavelmente, sobrestimada por alguns autores. Muitas questões, contudo, permanecem sem resposta, principalmente as relacionadas com a sua extinção.(fonte-Wikipédia)







Os australopitecos (Australopithecus) (Latim australis "do sul", Grego pithekos "macaco") constituem um género de diversos hominídeos extintos, bastante próximos aos do género Homo e, dentre eles, o A. afarensis e o A. africanus são os mais famosos. O A. africanus, primeiro descrito por Raymond Dart, com base no "crânio Infantil de Taung", datado em 2,5 a 2,9 milhões de anos, foi considerado durante muito tempo o ancestral direto do género Homo (em especial da espécie Homo erectus).
As descobertas recentes de outros fósseis de hominídeos, mais antigos que o A. africanus e que, contudo, parecem pertencer ao género Homo, colocaram em dúvida aquela teoria: ou o género Homo se separou do Australopithecus anteriormente do que se pensava (o ancestral comum mais antigo que se conhece pode ser o A. afarensis ou outro ainda mais antigo), ou então ambos se desenvolveram independentemente a partir dum outro ancestral comum, ainda desconhecido.
Os australopitecíneos parecem ter aparecido há cerca de 3,9 milhões de anos. Os cérebros da maior parte das espécies de Australopithecus conhecidas eram sensivelmente 35 % menores que o do Homo sapiens e os próprios animais tinham pequeno tamanho, geralmente não mais de 1,2 m de altura. O nome significa “macaco austral”.
O registro fóssil parece indicar que o género Australopithecus é o ancestral comum do grupo de hominídeos distintos reconhecidos nos géneros Paranthropus e Homo. Ambos géneros eram formados por seres mais avançados no seu comportamento e hábitos que os Australopithecus, que eram praticamente tão bípedes como os chimpanzés. Contudo, apenas os representantes do género Homo viriam a desenvolver a linguagem e a aprender a controlar o fogo.
Apesar de haver diferenças de opinião a respeito das espécies aethiopicus, boisei e robustus deverem ser incluídas no género Australopithecus, o consenso actual na comunidade científica é de que eles devem ser colocados no género Paranthropus, que se pensa ter-se desenvolvido a partir do ancestral Australopithecus. Paranthropus, que é mais maciço e robusto e também morfologicamente diferente dos Australopithecus, com a sua fisiologia especializada, deve ter tido um comportamento bastante diferente do seu ancestral. (fonte wikipédia)




 
Homem Moderno






Homem Pós-Moderno





Homem Maquinal


AONDE VAMOS PARAR????




by Lu C.
agosto
mes do cachorro louco e das mentes insanas


7 comentários:

  1. Aonde vamos parar não sei. Sei é que cada vez mais a ganância anda solta. Ninguém sossega o pito, só QUER<QUER e QUER. É preciso TER cada vez mais e o SER, onde fica? Muitas vezes, na sarjeta... beijos,chica

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    1. Oi, é verdade Chica, bom dia!

      Realmente a coisa tá feia e me deu na louca de fazer essa blogada,
      A ganância e a corrida do ouro pra ver quem se dá bem na vida, enganando o outro, inveja e outros badulaques do mal andam à solta, corrompendo mais a cada dia o ser humano.
      Que pena!

      valeu Chica, pela presença sempre gentil comigo e com todos!
      bacios

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  2. Tava com a macaca, hein, Lu?! Blogadaça!
    Ou a gente desempaca nesse nosso caminho evolutivo (para onde?) ou escorrega de volta ao macaco do sul.

    Abraços.

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    1. kkkkkkkk É RR, de vez em quando ela me pega -A MACACA!

      Tava com saudaude docê!
      bacios

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  3. Minha querida, o homem evoluiu (dizem). E sempre me questiono sobre a validade de muitos desses novos conhecimentos, que deveriam fazê-lo mais humano e justo. Os caminhos, no entanto, mostram uma realidade diferente. Não se busca a sabedoria como forma de viver bem. Os ideais são, cada vez mais, duvidosos, em termos de efetivo crescimento. As palavras que mais ouvimos são: QUERO e TENHO. A capacidade de doação, de respeito mútuo, está sendo privilégio de poucos, que se cuidam para evitar a contaminação reinante. Grande beijo!

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    1. Entaum Mari, ainda bem que o homem evoluiu, mas como tudo na vida tem seu preço...

      bacios amada!

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  4. Olá querida,

    Caprichou, hein? Revi alguns antigos aprendizados, que já estavam
    quase esquecidos em minha memória, já cansada de tantas informações (rsrsrs).
    Creio que por bem ou por mal, o homem atingirá o aprendizado e alcançará a evolução. Só não sei de quantas encarnações ele necessitará para tanto (rsrs).

    Beijão.

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