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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Um tapinha não dói

Sinceramente? Acho que não dói mesmo! Eu quero hoje é falar sobre crianças malcriadas e que pensam (já) serem donas do mundo. Eu sinceramente fico abestada com tanto descaso por parte dos pais em uma situação como esta que eu presenciei na minha família e fiquei indignada. "Em um dos aniversários, com a sobrinhada toda presente, inclusive os mais novos, os ditos (pestinhas) pra não falar outra coisa, eis que o mais novo de 2 anos, sentado no colo do pai à mesa começou a gritar feito um destranbelhado, chamando a atenção de todos que conversavam serenamente, enquanto outros riam, assistiam TV, etc. E ele gritava cada vez mais alto, dando socos na mesa. Eu parei de conversar e fiquei prestando atenção naquilo... De repente, o pai estica o braço e pega um brigadeiro e dá para o "monstrinho", dizendo e sorrindo feito um bobalhão: -" ah, gente... Ele pediu, ninguém ouviu: ELE GRITOU!" AHH QUE GRACINHA NÉ? O que fazer diante desta cena"? Bom, tenho cá meus preceitos pra tanto: * mandar calar a boca * se não parar de gritar não vai ter o que pediu se continuar gritando , deve sair dali e tentar conversar de boa com o pestinha se isso não der resultado, colocar o berrante no colo, virado de bruçus e levar palmadas na bunda, como era feito antes do advento dos pais modernos nascerem. Qdo eu era menina, meu pai deixava o cinto dele pendurado na maçaneta da porta e qualquer bizarrice que eu cometesse, sendo grito ou desobediência, ele mostrava o cinto, e isso bastava. Eu morria de medo kkkkkkk (pq, devo confessar... eu era uma pestinha). Mas obedecia, porque aprendi limites. Graças a Deus eu não fui uma mãe moderna. Bom, deixa eu explicar esse "mãe moderna": É simplesmente dizer AMÉM a tudo que a criança pedir. É não saber dizer NÃO. É não saber ou (pelo menos) orientar e colocar limites , porque a criança naum tem medidas, ela acha que pode tudo. A responsabilidade é toda dos pais ou dos responsáveis. Alguém poderá dizer: "Ah, mas os pais mudaram". CONCORDO! Oras... E os filhos também, consequentemente. Minha filha nunca se jogou no chão com chiliques pra conseguir algo. Nunca deu show wm lugares públicos. Claro tinha lá seus ataques de birra, mas conseguíamos controlar, eu e meu marido juntos. E tem mais: não podemos e nem devemos tirar a autoridade do outro. Se o pai deu bronca, bata o martelo e vice-versa. Porque com essas crianças de hoje, a coisa tá feia, ou melhor, medonha! Creio ser o castigo um santo remédio para alguns males. É a lei do refôrço e da punição para extinguir o mal comportamento. E dá resultado, tá? A psicologia tá aí e prova que é verdade. Faz tempo que estudei esse cara, o Skinner, um behaviorista que apostava na educação segundo o comportamento através da reação do organismo frente a estímulos externos. Se eu estiver enganada, por favor nossa amiga do Divã, a Regina pode esclarecer melhor. Não há necessidade de espancar, porque não haverá resultado algum,só mais violência. To fora! Diálogo é essencial. Preste atenão ao corpo, aos movimentos porque o corpo fala. Mas os pais de hoje são escravos de si próprios e não teem tempo de im(prestar) atenção ao que acontece em redor. Infelizmente, usando uma metádora eu termino: A ignorância maquinal está, passo a passo destruindo a sensibilidade humana. *O tema é vasto e podemos voltar a falar mais sobre o assunto.

11 comentários:

  1. A palmada é válida quando aplicada com plena consciência e autocontrole, com a energia necessária e suficiente para ficar marcada na memória, e não na carne. E sempre como último recurso, esgotados os argumentos verbais.E - como qualquer outra disciplina - nunca seja uma ameaça vazia, mas cuidadosamente ponderada.
    Mas não há pais perfeitos... e todos nós vez por outra erramos.
    Abraços, Lu.

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  2. Novas informações, novos conselhos,novas proibições... e os mesmos caminhos, onde nem sempre se sabe andar. Fui educada com medo do cinto (heheheheheheh) e levei muitas palmadas. Nenhuma ficou gravada na carne e na mente, de forma destruidora. As crianças estão dominando os pais, razão desse comportamento reprovável. Não sou contra a palmadinha (kkkkkkkkkkkkkkk). Tenho sobrinhos netos de 3 e 1 ano. O de 3 costuma ficar aqui em casa, de vez em quando, pois está de férias e duas crianças juntas é complicado. Assimila tudo com facilidade, mas usa a seu favor. E adora uma conversa. Até para de brincar. E é assim, no diálogo, que se pode passar a eles a noção exata dos limites a serem observados. Mas que é difícil educar, reconheço!!!!!

    Bjs.

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    1. Mari, educar sempre foi difícil, a diferença, creio, está na evolução do mundo (que tá um caos kkkk), das pessoas e dos valores que se perderam na esquina da vergonha na cara mesmo! Né?

      Obrigada pela opinião.
      bacios :)

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  3. Oi LU,

    Onde é que eu assino? (rsrsrsrs).

    Não aguento pirraça de crianças e nem os pais que não têm domínio sobre elas. Limites, por mais que doam, precisam ser impostos, caso contrário, como serão os jovens do futuro?

    Beijos.

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    1. OI Vera, boa noite, cara mia!

      Pode assinar que eu carimbo! kkkkkk

      Obrigada por compartilhar do assunto!
      bjão

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  4. Oi Lu Zinha..

    Venhamos e convenhamos...
    Tem pais que descontam suas frustrações nos filhos.
    Não acho que bater seja a solução.
    O que falta é firmeza nos pais.
    Polemico o assunto né?

    Um beijinho...te amo..

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    1. Ma ZINHA, claro que é firmeza. Nâo há mais limites. A coisa está saindo fora do controle!

      Valeu a visita amore mio!!!

      :D

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  5. RR, caríssimo, naum há perfeição em nada nesta vida> Mas que essas crianças de hoje são abusadas por demais, ah lá são! rsrs

    bacios

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  6. Oi querida... passando pra deixar um beijinho...

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  7. Uma palmada não doi e pode ser terapêutico!
    Bjo

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  8. Lu tema polêmico esse hein? bom o que posso dizer sobre isso é que até quando tinha meu falecido pai nunca, repito nunca precisou encostar a mão em nenhum de nós e olha que eu e meus outros dois irmãos as vezes aprontavamos, mas a "correção" no caso era feita com dialogo e caso isto não bastasse ele só olhava pra gente e pronto já entendiamos o recado ou mudavamos de postura ou o "caldo ia engrossar" pro nosso lado e ainda assim ele nunca tocou um dedo em nós e sempre que podia ele repetia uma reflexão que faço até hoje:
    "se porrada desse jeito nesse pais não existiria mais bandido" um fato!
    A questão toda fica em saber por limites, vai sair com o menino que gosta de fazer birra leia o BaBA pra criatura antes de sair de casa, é por aí.

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