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sábado, 2 de março de 2013

The Oscar goes to...

As indicadas são:
 
Rosamunde Pilcher
Nora Roberts
Stephenie Meyer
E. L. James
 
 
 
 
Esta é uma blogada para escritoras estrangeiras, algumas eu li e gostei, outras apenas ouvi falar, mas deixo aqui algo sobre cada uma e a votação é de vocês. Porque eu já tenho a minha preferida que eu conto depois rsrs...
Vamos a elas:
 
 
Rosamunde Pilcher
 
 
 
Rosamunde Pilcher, é uma escritora inglesa nascida na Cornualha no dia 22 de Setembro de 1924, com uma carreira da qual seu mais famoso livro foi "Os Catadores de Conchas que eu acabei por não ler (ainda). Se alguém leu, deixe sua opinião por aqui.
 
Desta autora eu li: "Casa Vazia" e "Fim do Verão" - dois romances leves, sonhadores e com pitadas açucaradas e outras tantas de suspense com revelações surpreendentes.
Atualmente vive na Escócia e se dedica à família e literatura.
 
 FIM DO VERÃO - Resumo
 
 
 
O Fim do Verão narra a história de Jane Marsh, que, depois de anos residindo nos Estados Unidos, recebe a visita do advogado de sua avó, David Stuart, fazendo com que precise voltar à Escócia para resolver questões ligadas à sua herança. Retornar à tranqüila Elvie, propriedade familiar, no interior da Escócia, onde passou uma infância fascinante, traz-lhe recordações inesquecíveis. Além das montanhas cobertas de urze, a lembrança de seu primo Sinclair tem um lugar especial em seu coração, já que ela sonhava casar-se com ele. Mas Jane encontra um homem diferente do que habitava as suas lembranças, pois ele usa todo o seu charme para concretizar seus objetivos mesquinhos, e ela, portanto, pressente que não pode confiar nele. Contudo, uma tragédia e segredos familiares mudarão completamente o seu destino... para melhor.
 
 
 
 
 
Em A Casa Vazia, Rosamunde Pilcher nos brinda com uma história fantástica da perda de um amor.Virgínia Keile teve a decepcionante experiência de um casamento com um homem esnobe e rico, totalmente controlado pela mãe, uma mulher dominadora... Ela vivera os anos de seu casamento reclusa em uma mansão na Escócia. Quando o marido morreu num acidente de carro, Virgínia permitiu que a avó paterna e uma babá educassem seus filhos.Entretanto, a mais significativa experiência de sua vida estaria por começar, quando retorna à pequena cidade de sua juventude e decide passar um mês na casa de uma amiga para amenizar as lembranças de seu passado doloroso. Felicidade, alegria de viver, liberdade e coragem estão presentes em seu dia-a-dia como sensações há muito esquecidas. Disposta a enfrentar com coragem a sogra e a babá para trazer os filhos para junto de si, ela vai contar com o apoio de um amigo da juventude, que lhe estenderá a mão e abrirá o coração para auxiliá-la em sua nova etapa de vida.
 
 
 
 
 
 
 
 
Os Catadores de Conchas´ conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual a de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da Família Keeling.
(fonte de apoio - pesquisa)
 
 
 
Nora Roberts
 
 


Uma das escritoras mais lidas e acarinhadas do mundo, Nora Roberts nasceu em Silver Spring, Maryland, a mais nova de cinco filhos. Depois de um percurso escolar que incluiu algum tempo num colégio católico sob a disciplina das freiras, casou-se cedo e foi viver para Keedysville, Maryland.
Trabalhou por algum tempo como secretária. "Eu sabia dactilografar depressa mas não sabia escrever bem, fui a pior secretária de sempre", diz Nora agora. Depois de ter tido filhos, ficou em casa e experimentou todas as artes que lhe apareceram.
Uma tempestade de neve e vento, em Fevereiro de 1979, obrigou a sua mão a experimentar outras saídas criativas. Estava sobrecarregada com uma criança de três anos e outra de seis, sem o alívio temporário de um infantário em vista, e com um provisão de chocolate que ia diminuindo.
Nascida numa família de leitores, Nora não conheceu tempo algum em que não estivesse a ler e a inventar histórias. Durante a famosa tempestade de neve e vento, pegou num lápis e num caderno de notas e começou a escrever uma dessas histórias. Estava escrito que uma carreira tinha nascido.
Depois de muitos manuscritos e rejeições, o seu primeiro livro, Irish Thoroughbred, foi publicado pela Silhouette em 1981. Nora conheceu o seu segundo marido, Bruce Wilder, quando o contratou para que lhe fizesse umas prateleiras para livros. Casaram-se em 1985. Desde aí eles expandiram o seu lar, viajaram pelo mundo e abriram uma loja de livros juntos.
Ao longo dos anos, Nora esteve sempre rodeada de homens. Não era apenas a mais nova da família como também era a única rapariga. Criou dois filhos. O facto de ter passado a vida rodeada de homens deu-lhe uma visão razoavelmente boa do funcionamento da mente masculina, o que é um constante deleite para os seus leitores. Foi, tal como ela é citada por dizer, uma escolha entre decifrar os homens ou fugir dali a gritar.
Nora é membro de vários grupos de escritores e ganhou muitos prémios concedidos pelos seus amigos e pela indústria editorial.

Apoio de pesquisa:

Read more: http://www.portaldaliteratura.com/autores.php?autor=431#ixzz2MOeFPFt0
 
 
Livros da Nora que eu já li
 
Triologia do Coração
 
 
 
 
Trilogia da Magia
 
 
 
 
 
 
 
Trilogia das Flores (ainda no volume I) - Dália Azul
 
 
 
 
 
 
 
 
Stephenie Meyer
 
 
 
 
 
Stephenie Sonnibe Meyer nasceu em Hartford, Connecticut, filha de Stephen Morgan e Candy. Ela cresceu em Phoenix, Arizona, com cinco irmãos: Seth, Emily, Jacob, Paul, e Heidi. Ela frequentou a escola Chaparral High School, em Scottsdale, Arizona, e cursou literatura inglesa na Universidade Brigham Young, em Provo, Utah, onde se formou em 1995. Meyer é membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.[ Conheceu seu marido Christian, mais conhecido por "Pancho", quando era pequena, casou-se com ele em 1994. Juntos, eles têm três filhos: Gabe, Seth e Eli. Após escrever Crepúsculo(Twilight), Stephenie ganhou 3 prêmios: um do NY Times e dois da Associação das Bibliotecas Americanas.
Até que seu "sonho" abriu caminhos para escrever e não parou mais.
 
(apoio de pesquisa)
 
 Da saga Crepúsculo, eu não li os livors, mas assisti aos filmes e devo confessar que gostei porque sou atirada em situações surreais, misteriosas e gosto de histórias de terror.
Em minha opinião, apesar da crítica que assolou a saga, eu ainda digo que gostei - cada um no seu quadrado né?
 
 
 
 
 
 
 
 
E. L. James
 
 
E L James é ex-executiva de TV e mora em Londres. Casada e com dois filhos, desde pequena sonhava em escrever histórias pelas quais os leitores se apaixonassem, mas adiou esses sonhos para se concentrar na família e na carreira. Quando finalmente arranjou coragem para escrever, pôs no papel seu primeiro romance, Cinquenta tons de cinza. Na sequência, publicou os outros dois livros da série, Cinquenta tons mais escuros e Cinquenta tons de liberdade, completando a trilogia que se tornou o maior fenômeno editorial dos últimos anos.
(fonte de apoio de pesquisa)
 
 

Esta trilogia não li e nem vou, porque me afetou de um modo estranho e o conteúdo nada tem a ver comigo.
Quem gosta pode se lambuzar.


Nesta primeira indicação podem votar, vou adorar saber suas percepções a respeito. Votem e comentem, ok?

Logo mais eu digo minha preferida!!

Obrigada

By Lu C.
 
 
 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

O importante é ser brasileiro...

... E ter carnaval pra gente sambar...
O resto? NÃO TEM PRESSA!!!!



 Êta República de Bananas... Só aqui mesmo pra parar o país em dias  (como hoje), que nem é feriado oficial.

Indústrias param de produzir
Escolas param de ensinar
Bancos fecham tipo quatro dias e meio...

E o povinho fica aí sassaricando nessa festa pagã e pecaminosa (faz tempo)... Achando BOM , enquanto os impostos sobem de elevador. O combústivel anda mais rápido e os cifrões correm... E todo resto de bla bla blas que todo mundo já sabe.

Nem dá pra comentar mais nada e viva os BBBs da vida, o campeonato brasileiro, a copa do mundo... E a produção de BANANAS!

TO DE SACO CHEIO - PARAFERNÁLIA VERDE/AMARELA!

Acho bom parar por aqui... FUI!!!!!!




Lu C.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pra quem não sabia...

... Que fique sabendo e quem já sabia, bom apetite !!

Quem é que não gosta de um bom sanduíche? Todo mundo, aposto! rs E o BAURU é um desses lanches suculentos e que dá água na boca antes mesmo da gente pedir ou falar sobre ele.

O lanche tem uma história que define sua orígem . Aproveitemos a blogada e bom apetite pra quem quiser degustar o lanche original, posto que todos conhecem sua variação.










A importância do sanduíche Bauru para o município vem por meio da historia de seu criador, Casemiro Pinto Neto, nascido em Bauru (SP) em 5 de abril de 1914. Em 1931, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Como ele e outros intelectuais da época freqüentavam o bar "Ponto Chic", no largo do Paissandu, Casemiro ("Bauru"), o apelido que carinhosamente ganhou de seus amigos, sugeriu um tipo de sanduíche, que imediatamente recebeu o nome de seu criador: Sanduíche Bauru.

A difusão do sanduíche Bauru não se restringiu somente ao bar onde fora criado e nem tampouco à cidade de origem de seu criador. Em todo Brasil e até mesmo em outros países, o sanduíche Bauru, tornou-se popularizado pela receita composta com os ingredientes (presunto, queijo e tomate), também recebe inúmeras variações considerando as influências regionais e adaptações, ora acrescentando ou retirando alguns ingredientes, porém não deixando de levar o nome da cidade de Bauru a todas as lanchonetes e bares onde é confeccionado.

A preservação e valorização deste simples sanduíche, como patrimônio imaterial da cidade, que é lembrada como a cidade do sanduíche, é motivo de orgulho e estima aos bauruenses. O Sanduíche tem em sua receita original o pão francês sem miolo, fatias de roastbeef, queijo derretido, rodelas de tomate, pepino em conserva, orégano e sal a gosto.

A História do Sanduíche Bauru

No ano de 1931, Casimiro Pinto Neto, ingressou na Faculdade de Direito da USP no Largo do São Francisco. Orgulhoso de sua cidade natal, sempre foi conhecido pelos colegas como "Bauru".

Juntamente com seus contemporâneos (estudantes, artistas e intelectuais), freqüentava o restaurante "Ponto Chic", no Largo do Paissandu. Muitas são as histórias relacionadas ao Ponto Chic, passando por Madame Fifi com suas francesas nos altos do mesmo prédio, assembléias de estudantes da Faculdade São Francisco, MMDC e a revolução de 32, a invenção do sanduíche mais famoso do Brasil - O BAURU, as discussões políticas, o futebol, a Gazeta Esportiva, o basquete, negociação de craques, chegando a idéias, textos e composições inspiradas pelo ambiente. Até os dias de hoje o Ponto Chic mantém sua tradição de oferecer aos clientes, em sua forma original, o sanduíche mais famoso do Brasil -

Ponto Chic/ Fonte: Ponto Chic (2006)
 
Numa noite, em 1934, procurou apressadamente, o cozinheiro do restaurante (Sr. Carlos), e "ditou" a receita do sanduíche: pão francês sem miolo, uma porção de queijo derretido em banho-maria, fatias de roastbeef, rodelas de tomate e pepino em conserva (picles).

Segundo Casimiro, essa receita incluía os elementos básicos de um lanche equilibrado em albumina, proteína e vitamina, conforme havia lido em um livreto de alimentação para crianças, da Secretaria de Educação e Saúde, escrito pelo Ex-prefeito Wladimir de Toledo Pisa, também freqüentador do Ponto Chic.

Quando estava comendo o segundo sanduíche "Quico" (Antônio Boccini Jr.), um amigo que era muito guloso, pegou de sua mão um pedaço do sanduíche e gostou. Aí, pediu ao garçom, um descendente russo chamado Alex, - Me vê um desses do "Bauru" -. Na mesma noite, outros freqüentadores pediram o novo sanduíche, dizendo que queriam um "igual ao do Bauru". Nascia assim um dos mais famosos lanches do Brasil, hoje conhecido até em outros países.

Em Bauru o sanduíche foi divulgado por José Francisco Júnior (o Zé do Skinão) que conheceu Casimiro Pinto Neto em meados 1957. Transformou sua lanchonete (O Bar do Skinão) no principal ponto bauruense de divulgação do Sanduíche Bauru, o fazendo muitas vezes gratuitamente.

Atualmente o tradicional Sanduíche Bauru pode ser encontrado nos seguintes estabelecimentos: Skinão lanches (Rua Rio Branco esquina com Rua Júlio Maringoni); Bauru Chic (localizado próximo ao Bauru Shopping); Bar Aeroporto (no Aeroclub de Bauru); Buffet Mantovani (Av. Elias Miguel Maluf, 1-25), além do Bar e Restaurante Ponto Chic em São Paulo (Largo do Paissandu, 27).
 


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

DOCES: comer ou não comer... Eis a questão!

Gente, eu quero falar sobre coisinhas adocicadas hoje... Estranho né eu falar em adocicar aqui no Coluna que é um blog por vezes cítrico e outras, amargo. Porém quero abordar um tema que me incomoda.



Você devem estar pensando:" hummm, ela adora doces, mas evita pra não engordar". NADA DISSO!
É simplesmente ao contrário. Eu não curto doces e é por isso que eu quero falar sobre.

As pessoas se assustam quando eu digo: " Não, obrigada... Eu não gosto, eu não como, não me apetece".
Você é diabética? NÃO!!!!!!
 Nossa que coisa irritante! Eu não gosto de pronto!

Nas festas, nos almoços de família , (principalmente na família do meu marido), que são todos formigões, eles ficam encarnando e me tirando por causa disso. Tem até gente que faz careta quando eu recuso. BAH, pra você, tá?! COME VOCÊ!!!!!!

Será crime alguém não gostar de doces? Daí me perguntam:
"Mas você não come doce nunca?"
"Como sim, eu respondo"... Mas eu troco rapidinho um quindim por uma empadinha e pode ser a qualquer hora.

Agora , devo confessar que sou "chocolover" e também gosto de um bom sorvete e de brigadeiro, justamente porque são feitos de chocolate. Sorvetes , gosto de todos kkkk
Um doce que me apetece é o strudel... Uai, cada um no seu quadrado, caspite!

Não me venha com aqueles bolos melequentos, nem com mousses, pudins, doce de leite, pavê, e toda sorte de melecas enjoativas... ECA!!
Eu tolero alguns pedaços de doce em calda, como abóboras, figos, pessegos e maçãs... Mas tem que ter pouco açúcar.
 E eu faço em casa esse tipo de compota. Uso o açúcar cristal em pequena quantidade (pequena MESMO) rs...Porque  senão enjoo logo no primeiro bocado.

Aqui em casa pouco se come quando se trata de doces. Eu adoro fazer doces e ver a beleza deles. O colorido e a montagem e toda finalização.
Teve um tempo que trabalhei com docinhos pra festa e também com chocolates e cestas de café da manhã.... Era tudo de bom ver aqueles docinhos todos iguais, enfileirados, nossa eu curtia muito!

Meu marido e filhas são dois formigões, mas eles tem tendencia pra engordar e ficam sempre se policiando. De quando em vez eu faço um pudim de pão, um pudim de leite condensado, um bolo de bananas... Mas é raro.

Gosto de comer depois do almoço sempre uma fruta. Eu pego uma maçã, descasco, jogo por cima um envelope de adoçante e levo para o microondas por 2min. Depois retiro e polvilho canela e pronto, tá feita minha sobremesa. O mesmo faço com banana, só que o tempo de micro diminui rs porque senão a banana vira sopa kkkkkkk.

Ainda bem que eu conheço pessoas como eu, senão eu estaria achando que não sou deste  planeta...

Escolhi algumas imagens de docinhos pra vocês, tá. Entre elas o bolo KIT KAT que fiz pro niver da minha filhota.





















FUI!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Mudanças...

... Necessárias ou arbitrárias?



Ultimamente tenho refletido e observado pessoas e seus mundos particulares até onde posso entrar, claro!
Gosto de observar  crianças,jovens, meia idade e principalmente idosos e neles me posicionar como ouvinte de suas trajetórias de vida, incluindo logicamente suas etapas em diferentes épocas e tudo que vivenciaram e aprenderam desde então. É óbvio que eu também entro nessa e fico injuriada como tudo sempre está em constante movimento e nada podemos fazer para estancar as diretrizes que correm com pés de velocidade da luz. Alguém ligue o sinal vermelho, por favor!

Vocês devem estar se perguntando por que escrevo essas palavras, mas nem eu sei direito. Eu sinto o tempo esvair-se por entre os dedos de nossas mãos impotentes diante de uma mundo desprovido de fé e de outros valores que foram enterrados com nossos mortos.

Cada dia é sempre o futuro e nele existe mensagens que as vezes não entendemos, e eu tenho a impressão de que se nós conseguíssmos decifrar essas mensagens alguma coisa mudaria dentro de cada um.

A sociedade como um todo anda tomada de um egoísmo precatório comendo as sardinhas que puxam de suas brasas e lambendo as espinhas de outras brasas.

Ao observar crianças fico perplexa diante de tanta ousadia, falta de respeito, impetuosidade e gritos predatórios que absorve  almas de pais e educadores fomélicos, tristes e alienados em toda sua experiência. Experiência??? O que seria experiência de vida nos dias de hoje?

Vejo pais jovens dentro da minha família que são dominados por gritos histéricos de pirralhos atrevidos. E constato a inoperância da experiência. O que aprenderam afinal?? Quase nada, a meu ver. Mas os pais destes eram aqueles de ontem... O que houve afinal?
Será que estes pais jovens respiraram resíduos da rosa de Hiroshima e vomitam medo, vergonha, ou seja lá o que for para conter os "mosntrinhos" que se jogam ao chão berrando: EU QUEEEROOOOO!

De repente salto um degrau e vejo no horizonte os pais de ontem (de novo), e de ante ontem onde suas crias eram vistas como exemplos de educação, amor, consideração, respeito, amizade, solidariedade...
Onde foram parar esses conceitos? Talvez no fundo de um calabouço cybernético...

Ficam perguntas pairando na atmosfera congelada de um mundo tirano, de face e cabelos desgrenhados e com mãos de Pilatos.

Alguém tem  idéia  de até quando  a camada de ozônio vai nos proteger do fogo consumidor de um Sol (ainda) amarelo? Porque ele poderá algum dia enviar ondas de rubi incandescente e cortar o mal pela raíz, sobrando apenas as flores e os bosques com seus animais inocentes e bondosos, onde o respeito impera.
Porque a sociedada dos bichos é perfeita em toda sua escala e não me venham falar de raciocínio, razão e inteligência, porque eles (os animais/bichos) sempre serão melhores que os (animais/homens)
Isto é, se este tal homem/bicho não resolver extinguir de vez a tolerancia animal.

FUI!





segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Redes Sociais - comentários humanos e blá, blá blás infundados e maldosos




Bom dia e meus sentimentos a todos que perderam seus entes queridos na tragédia de Santa Maria!

Porém, o  que eu quero mesmo registrar é o quanto o ser humano está decadente dentro da perspectiva espiritual. Li muita barbaridade nas redes sociais culpando Deus pela tragédia. Não é hora de comentar estas barbaridades e blasfemias contra nosso Criador. Ele criou o homem e lhe deu inteligencia e livre arbítrio, portanto as atrocidades/tragédias que acontecem todos os dias faz parte da natureza humana. Alguns fazem suas escolhas, outros são vítimas da imbecilidade humana.

Neste caso, há vítimas entre mortos, feridos e pessoas que perderam para sempre um pedaço do coração. Entretanto, usando o raciocínio que foi dado ao ser humano, o proprietário do estabelecimento tinha o dever de gerar segurança num local como este e verificar se tudo estava em ordem para abrigar o show e todos aqueles jovens que não tiveram culpa nenhuma, mas perderam a vida e com ela todos os sonhos  que tão somente foram interrompidos.

Eu, sinceramente, peço a quem ler este registro que tenha consciência e pondere os fatos de maneira racional e que elevem suas preces aos céus, sejam elas quais forem e de que maneira forem. Mas por favor, não maldigam nada e nem a ninguém. É tudo tão triste e lamentável que ficamos com o coração quebrantado em ver o sofrimento alheio e se tiverem empatia, sintam um pouquinho da imensidão da dor daqueles que perderam seus filhos, sobrinhos, netos, amigos, primos... Enfim, jovens que se foram e nada os trará de volta. (uma dor e uma ferida que há de doer por toda a vida destes que aqui ficaram).
Que haja solidariedade na dor!

Vamos pedir a Deus que os console em toda sua dor. E para aqueles que não acreditam em nada, calem a boca e tenham , no mínimo,  RESPEITO com o semelhante que hoje sofre, e tome cuidado porque amanhã poderá ser VOCÊ , pobre ser que em nada acredita. Pense nisso: SE CONSEGUIR.

Sem mais, meus sentimentos com pesar!

Coluna da Lu  em luto

Lu C.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Impacto Psicológico produzido pela espécie "Blogspotiem Simplorium"


 
 
Segurem-se nas cadeiras caros amigos, pois a telinha virtual vai trepidar depois da descoberta deste ser unicelular que o bichinho morador por detrás da minha orerelha e que trabalha  no departamento de letras patológicas divulgou em boletim extra-oficial.

Nota-se que a notícia  já balançou as estruturas psíquicas dos blogspotianos que vão reagir das mais variadas maneiras.

Todavia nosso "homem" da ciência não deixa de ter razão quando cita "armadilhas que saem do forno muito cedo", ou com "ligeiras tendências para o lindo e parabéns".

Nota-se, porém que nosso interlocutor, sofre de um possível "perfeccionismus crônicus! Resultado de muitas marteladas, as mesmas que eu aprendi com ele, evitando possíveis armadilhas.

É preciso tomar cuidado para não afugentar seres  extra perfunctórios que pousam no planeta BLOGGER em busca de vida inteligente.

Vigilância e prudência nunca fizeram mal a ninguém, muito menos a egos que compartilham poesias.


Retaliações podem vir de todos os lados.

By Lu C.

 *nota da autora: esta é uma crônica jocosa, certamente uma brincadeira de criança.